O sr. Pinto da Costa foi suspenso de ser quem é por dois anos. Por conseguinte os c. de 10 minutos de tempo de antena concedidos pela R.T.P. na abertura do Telejornal foram da exclusiva responsabilidade dum cidadão anónimo.
Ardina e vendedor de capilé, Lisboa, 1908.
Joshua Benoliel, in Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Nota: a importância atribuída ao Tratado de Lisboa também pode medir-se pela bitola do Telejornal: a ratificação foi anunciada em meio minuto quando o telejornal já levava meia hora.
A razão é muito simples, Caro Bic. No nosso país a notícia é ser condenado, não ser condenável.
ResponderEliminarAbraço
O que se vê ao fundo, do lado direito, não são os tapumes das obras do Metro?
ResponderEliminarA.v.o.
Muito verdade em ambos os casos. Cumpts.
ResponderEliminarPerante a pertinência dos comentários do Sr. Bic só me apetece comentar: E eu a vê-los passar!... :-)
ResponderEliminarGostaria no entanto de fazer um pequeno comentário à belíssima fotografia: Para quando a devolução do nosso “Cais das Colunas”? E já agora: onde anda a tão apregoada “reabilitação” da Praça do Comércio, como zona de lazer?
Que pena as sanções da Liga - por corrupção e incumprimento - não se poderem aplicar à nossa Câmara!…
Já agora uma “perninha” off-topic: Sr. Bic, se puder dê um pulinho até ao meu texto sobre a Expo 98 e dê-me também a sua opinião – sobre a dita e sobre a minha perspectiva. Gostaria de saber qual a sua.
Desde já obrigada!
Luciana
Obrigado Dª Luciana. O certo é que o brado aqui serve de tanto como os urros do sr. Pinto da Costa para repor o cais das colunas. Cuido que, mesmo pondo-o lá, o cais torne a ficar na mesma.
ResponderEliminarCumpts.
Já repararam na fileira de árvores ao longo do edifício em fundo.
ResponderEliminarE se começassem a requalificação por colocar uns exemplares arbóreos no local?