Há meses publiquei esta fotografia da Av. Guerra Junqueiro em Lisboa, e alvitrava poder ser uma leitaria o estabelecimento antecessor da Mexicana, cujo toldo vedes à esquerda. Ontem tive o grato prazer de receber um elucidativo comentário nesse verbete sobre a dita pastelaria.
Agradeço ao benévolo leitor Ricardo Jorge a interessante informação. Apraz-me muito saber estas curiosas histórias, mormente quando se trata de lugares que me são tão familiares como a Mexicana. Redijo esta nótula à margem para dizer que fui à Mexicana hoje à tarde para café e refrescos na esplanada. Para evitar os pardacentos torcionários das redondezas optei por pôr o carro no parque subterrâneo. Admirou-me que a entrada do parque tivesse o gradeamento descido vedando totalmente o acesso. Fiquei até na dúvida se o parque estaria aberto, mas uns dizeres pintados no portão - Aberto 24 horas; toque à campainha para ajuda - desfaziam o equívoco; aquilo deve ser para vedar a entrada à fauna indesejável que por ali pulula com tanta diligência em arrumar carros. Todas as entradas e saídas, as de peões também, estavam trancadas. Admira-me eu é passar-se isto num domingo à tarde, no Verão. Triste Lisboa!... |
domingo, 26 de agosto de 2007
A leitaria Mexicana
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o pasteleiro chefe da mexicana é mau mesmo eu ja exprimentei um bolo de batizado feito lá e estou arrependido.
ResponderEliminarAinda gosto de esplanadar na Mexicana. Há sempre cromos a passarem: na rua :)
ResponderEliminarCumprimentos.
Posso confessar uma coisa? Gosto mais de 1ª. fotografia...gosto de espaços abertos, arejados... ;)))
ResponderEliminarLamento saber, Tron. // É giro ver os humanos no seu haitat, Dona T. // Olhe que também eu, Menina Marota. Também eu. // Cumpts.
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