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quinta-feira, 31 de maio de 2007

Serviços mínimos

Na Para melhor ilustrar as chinesices que ali escrevi anteontem, aqui tendes o exemplo do critério adoptado pelo Ministério da Educação para aferir o Português dos nossos cachopos. O que vai emendado à máquina é gralha tipográfica (demonstrativa também de certo desleixo na revisão das provas do jornal). Os valores à direita são a classificação dada às respostas.
 Da folha Diário de Notícias de anteontem, sem mais comentários.

5 comentários:

  1. Meu Caro Bic, para além de o serem, há uma suprema perversão: a frase correcta não justifica coisa alguma, contrariando o que se pede, enquanto as outras apresentam um simulacro de justificação. É um daqueles problemas que em Matemática seriam de solução impossível. Na Língua Pátria o impossível é uma palavra que o ME não conhece. Abraço

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  2. O que vale é que se aprende quase tudo o que é importante fora da escola.
    Mas já estou a perceber, porque é que uma das minhas cunhadas, senhora de quase 60 anos, me passou a mandar mensagens escritas com Kapas. É professora de português. Adaptou-se para sobreviver.

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  3. Orra Bollas Parra o Falço Enjenheiro e as çuas tamgas, se diz que a portela é solução ideal então porque não esquece a Ota, porque não retira o IVA sobre os livros

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  4. Bic Laranja31/5/07 22:49

    Scarlata e Réprobo: Pois!... // Dona T.: desgraçado é já nem sequer haver fora da escola quem ensine. // Tron: não convém instruir demasiado o eleitorado... // Cumpts.

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