Pretende um hotel ou mamarracho de charme sobre o seu velho imóvel classificado ou em vias de classificação há 15 anos? Não sabe o que fazer?
Use autocombustão! E assim evita atirar suspeitas de fogo posto ao Almeida Garrett, que morou lá em 1852!...

Olha estes a olhar!...
— Não foi ninguém; a casa do arco ardeu sozinha e prontos!
As fotografias da Casa onde morou Almeida Garrett em 1852 e arco da Torre de Belém, [Pedrouços, 1938 ou 1939] são de Eduardo Portugal e estão no Arquivo Fotográfico da C.M.L.
Revisto às 9 e meia da noite.
Gosto mesmo de passar por aqui e ver a História dos lugares.
ResponderEliminarVou ver se consigo passar mais asiduamente
Um abraço
Perdão, entrou uma gralha de repente e levou o segundo "s" de assiduamente!
ResponderEliminarVolte sempre. Obrigado!
ResponderEliminarFaz parte do meu trabalho assistir a esta contínua agonia de prédios. A este abandono, a esta decadência, a esta negligência e indiferença pelo património colectivo.
ResponderEliminarTenho visto barbaridades e ainda não me habituei.
(não, não sou bombeira)
Se estiver na sua mão salve-nos dos bárbaros. Diga o que precisa que eu ajudo. Cumpts.
ResponderEliminarAcho que já ajuda muitissimo no que pode ser feito. Sensibilizar por imagem e texto para "desta Lisboa compassiva".
ResponderEliminarSabia que os prédios "choram" antes de ruírem? Como se tivessem alma e se exprimam através do esboroar das caliças e areias.
Só um poder político muito forte poderia evitar esta morte da cidade. Acredito porém que se consiga exigi-lo. Espero que a tempo.
Não tenho tanta esperança. Vou só entoando aqui esse lamento das casas ruindo que diz. Cumpts.
ResponderEliminarCom a cumplicidade de um agente da autoridade que se divisa à direita, Meu caro Bic Laranja? Pena que os responsáveis não tenham sido vítimas do fenómeno de combustão espontânea antes de perpetrarem o atentado. Abraço.
ResponderEliminarPois! Infelizmente... Cumpts.
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