No final dos anos 70, havia uma senha para que ao "Quem é?" nos abrissem a porta de um certo prédio da Rua Professor Mira Fernandes (já de outra geração este prédio), a qual era: "É à Picheleira!". Abraço
A minha mãe teve ai uma loja de brinquedos ficava numa esquina. "A lojinha da Avó" bons tempos. eu ia no 15 (acho eu) que abanava e saltava do Areeiro até lá. No final da gravidez o médico proibiu-me pois achou que eram saltos a mais. Um casal de velhotes sentava-se junto da montra a apanhar sol e a mãe arranjou 2 cadeiras para que ficassem mais confortáveis ela chamava-lhe a "Imperatriz" pois a velhota chamava-se Teodora. Recordações, tenho tantas daquela loja... Obrigada Bic...
Gente cautelosa, nos 'prédios novos'. Esse era o nome dado à parte da 'Mira Fernandes'. A globalização ou a vaidade, não sei, amalgamou tudo com o pomposo nome Olaias. Modas! Obrigado Manuel, pela partilha do segredo. // Assim que li 'loja de brinquedos' lembrei-me logo da 'Lojinha da Avó'. O falar do bairro assimilou o nome da loja de sua mãe àquela esquina da Calçada da Picheleira. Foi ponto de encontro de muitos encontros: - Encontramo-nos às duas na Lojinha da Avó para irmos ao cinema! - dizia a malta. A ruazinha pequena ligava a Calçada à Mira Fernandes, os prédios novos que o Manuel fala. Ah! O autocarro era o 20; uma carripana de um só piso com pouquíssimos lugares sentados. Obrigado eu! // O restaurante do Javali julgo que era o Zé dos Frangos, Tron. Fica à entrada da Picheleira. Ou das olaias como agora se diz. Grato pela lembrança! // (Ufa! Ficou melhor que o verbete.) Cumpts. a todos
Deliciosa a arquitectura, com alguns elementos mouriscos, o dia e a noite para o pós-modernismo arquitectónico de hoje, apesar de inspirações confessadas. E sem Metro! Abraço.
o zé dos frangos isso mesmo! era preciso descer com cuidado pois senão era cabeçada certa e que bem que se comia. Que giro as lembranças que uma fotografia provoca, eu adora aquela loja. Fico feliz e sei que a minha mãe também ficaria por se lembrar dela.
Folgo que pense assim, caro Paulo. Julgo que os prédios que aqui vemos se mantêm. Só a taberna da esquina se converteu em café. // Não tens nada que agradecer, caro amigo. Estes ficaram bem no retrato, não foi?!... // Gratas recordações também por si, amiga Luar. Obrigado! // Por acaso estes sobrevivem, Dª Padeirinha, um pouco abaixo da rotunda das Olaias. Mas do que foi a Quinta das Olaias ainda hei-de arranjar algo para cá pôr. // Cumpts. a todos e obrigado pela visita.
Julgo que existe aqui um equivoco. Desde que que lembro que o dito restaurante onde se comia a dita carne de javali era no Zé dos Frangos, no cruzamento entre a Calçada da Picheleira e a Rua João Nascimento Costa. A Rua Frei Fortunato é a que mostra a figura acima. Esta fotografia foi a minha vista da janela do meu quarto durante 22 anos pois é nesse cruzamento com a Calçada que os meus pais ainda moram. Nesse café da esquina que aparece na figura, de à mais ou menos 20 anos para cá o café "O Pinheiro", antes era a mercearia do Sr. Chico que mais tarde comprou a loja em frente onde é hoje, e também já lá vão uns anos valentes, Uma casa de vinhos. Era junto a esta loja de vinhos, numa caixa que é um ponto de transformação de energia eléctrica , que a malta se juntava, ao início da noite para contar as aventuras desse dia.
Eu nasci na Rua Capitão Roby, 56 junto á antiga taberna do Saraiva á 59 anos !! Os meus dois primeiros anos da escola foram tirados na sala da sede do Vitória, ainda não havia a escola primária 28. Belos tempos e grandes recordações desse tempo,onde toda a gente se conhecia, autocarros era o 11 apenas o que havia para Sete Rios mais tarde até á Damaia. Se quiserem saber mais escrevam-me. Obrigado Vasco Soares.
VIVI VA DECADA DE 60 NA PICHELEIRA. PERGUNTO:AINDA EXISTE UMA CHAMADA PASTELARIA VICTORIANA? ALGUÉM DA FAMÍLIA MAIA (DAS RIFAS)QUE TINHA 2 FILHOS E 1 FILHA? jaespadana@sapo.pt
Como já disse anteriormente,vivi na Picheleira na década de 60.Já sei que a pastelaria vitoriana fechou.Que é feito de uma família MAIA?haviam dois filhos e uma filha.Viviam junto á dita past.victoriana.Portanto os pais já teriam falecido.Mas o filho mais velho terá hoje 68/69,anos.Umafilha talvêz hoje 67/68 e havia um mais jovem que terá hoje 60/61. O dono do prédio onde se situava a dita pastelaria chamava-se Ramos. cumprimentos e muito obrigado
Caro Vasco, li por acaso a sua nota e achei piada, pois não existe muita informação sobre a Picheleira. Nasci em 1951 e morei até 1970, na Rua frederico Perry Vidal, nº3 2ºEsq . Mesmo em frente ao Saraiva.
No final dos anos 70, havia uma senha para que ao "Quem é?" nos abrissem a porta de um certo prédio da Rua Professor Mira Fernandes (já de outra geração este prédio), a qual era: "É à Picheleira!".
ResponderEliminarAbraço
A minha mãe teve ai uma loja de brinquedos ficava numa esquina. "A lojinha da Avó" bons tempos. eu ia no 15 (acho eu) que abanava e saltava do Areeiro até lá. No final da gravidez o médico proibiu-me pois achou que eram saltos a mais.
ResponderEliminarUm casal de velhotes sentava-se junto da montra a apanhar sol e a mãe arranjou 2 cadeiras para que ficassem mais confortáveis ela chamava-lhe a "Imperatriz" pois a velhota chamava-se Teodora.
Recordações, tenho tantas daquela loja...
Obrigada Bic...
bem próximo da picheleira, nas olaias ha restaurante do javali
ResponderEliminarGente cautelosa, nos 'prédios novos'. Esse era o nome dado à parte da 'Mira Fernandes'. A globalização ou a vaidade, não sei, amalgamou tudo com o pomposo nome Olaias. Modas! Obrigado Manuel, pela partilha do segredo. // Assim que li 'loja de brinquedos' lembrei-me logo da 'Lojinha da Avó'. O falar do bairro assimilou o nome da loja de sua mãe àquela esquina da Calçada da Picheleira. Foi ponto de encontro de muitos encontros: - Encontramo-nos às duas na Lojinha da Avó para irmos ao cinema! - dizia a malta. A ruazinha pequena ligava a Calçada à Mira Fernandes, os prédios novos que o Manuel fala. Ah! O autocarro era o 20; uma carripana de um só piso com pouquíssimos lugares sentados. Obrigado eu! // O restaurante do Javali julgo que era o Zé dos Frangos, Tron. Fica à entrada da Picheleira. Ou das olaias como agora se diz. Grato pela lembrança! // (Ufa! Ficou melhor que o verbete.) Cumpts. a todos
ResponderEliminarDeliciosa a arquitectura, com alguns elementos mouriscos, o dia e a noite para o pós-modernismo arquitectónico de hoje, apesar de inspirações confessadas. E sem Metro! Abraço.
ResponderEliminarDeixei que todos comentassem para depois te agradecer. Ele há realmente coisas que ficam muito bem a preto e branco.
ResponderEliminarAbraºo
o zé dos frangos isso mesmo! era preciso descer com cuidado pois senão era cabeçada certa e que bem que se comia.
ResponderEliminarQue giro as lembranças que uma fotografia provoca, eu adora aquela loja. Fico feliz e sei que a minha mãe também ficaria por se lembrar dela.
Então era assim?...
ResponderEliminarAgora fizeram no largo das Olaias uns mamarrachos horrorosos!
Folgo que pense assim, caro Paulo. Julgo que os prédios que aqui vemos se mantêm. Só a taberna da esquina se converteu em café. // Não tens nada que agradecer, caro amigo. Estes ficaram bem no retrato, não foi?!... // Gratas recordações também por si, amiga Luar. Obrigado! // Por acaso estes sobrevivem, Dª Padeirinha, um pouco abaixo da rotunda das Olaias. Mas do que foi a Quinta das Olaias ainda hei-de arranjar algo para cá pôr. // Cumpts. a todos e obrigado pela visita.
ResponderEliminarOlá, sou a Jacira Tavares e estudo na António Arroio, estou a fazer um trabalho sobre a Picheleira... Agradecia se me dessem mais informações.
ResponderEliminarNão é nas Olaias, é mesmo à entrada da Calçada da Picheleira.
ResponderEliminarMais abaixo. É à entrada para a Frei Fortunato. Cumpts.
ResponderEliminarJulgo que existe aqui um equivoco. Desde que que lembro que o dito restaurante onde se comia a dita carne de javali era no Zé dos Frangos, no cruzamento entre a Calçada da Picheleira e a Rua João Nascimento Costa. A Rua Frei Fortunato é a que mostra a figura acima. Esta fotografia foi a minha vista da janela do meu quarto durante 22 anos pois é nesse cruzamento com a Calçada que os meus pais ainda moram. Nesse café da esquina que aparece na figura, de à mais ou menos 20 anos para cá o café "O Pinheiro", antes era a mercearia do Sr. Chico que mais tarde comprou a loja em frente onde é hoje, e também já lá vão uns anos valentes, Uma casa de vinhos. Era junto a esta loja de vinhos, numa caixa que é um ponto de transformação de energia eléctrica , que a malta se juntava, ao início da noite para contar as aventuras desse dia.
ResponderEliminarTem razão. Não me tinha apercebido que o seu comentário era resposta ao Tron. A sua descrição do local está, tanto quanto sei, correcta.
ResponderEliminarCumpts.
Eu nasci na Rua Capitão Roby, 56 junto á antiga taberna do Saraiva á 59 anos !! Os meus dois primeiros anos da escola foram tirados na sala da sede do Vitória, ainda não havia a escola primária 28.
ResponderEliminarBelos tempos e grandes recordações desse tempo,onde toda a gente se conhecia, autocarros era o 11 apenas o que havia para Sete Rios mais tarde até á Damaia. Se quiserem saber mais escrevam-me. Obrigado Vasco Soares.
VIVI VA DECADA DE 60 NA PICHELEIRA.
ResponderEliminarPERGUNTO:AINDA EXISTE UMA CHAMADA PASTELARIA VICTORIANA? ALGUÉM DA FAMÍLIA MAIA (DAS RIFAS)QUE TINHA 2 FILHOS E 1 FILHA?
jaespadana@sapo.pt
A Vitoriana fechou há-de ter perto de 30 anos. Ou mais.
ResponderEliminarMais não sei dizer-lhe.
Cumpts.
Como já disse anteriormente,vivi na Picheleira na década de 60.Já sei que a pastelaria vitoriana fechou.Que é feito de uma família MAIA?haviam dois filhos e uma filha.Viviam junto á dita past.victoriana.Portanto os pais já teriam falecido.Mas o filho mais velho terá hoje 68/69,anos.Umafilha talvêz hoje 67/68 e havia um mais jovem que terá hoje 60/61.
ResponderEliminarO dono do prédio onde se situava a dita pastelaria chamava-se Ramos.
cumprimentos e muito obrigado
O 56 era ao lado ou era o da D. Amélia, a explicadora?
ResponderEliminarCumpts.
Caro Vasco, li por acaso a sua nota e achei piada, pois não existe muita informação sobre a Picheleira. Nasci em 1951 e morei até 1970, na Rua frederico Perry Vidal, nº3 2ºEsq . Mesmo em frente ao Saraiva.
ResponderEliminarA D. Amélia era na Capitão Roby
ResponderEliminarEra.
ResponderEliminarCumpts.
E ias ao Pinheiro pedir-me o carro emprestado
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