Suponho que eram os gregos antigos que diziam que um homem se libertaria da lei morte conquanto perdurasse a sua memória nas gerações vindouras.
Vejo agora aí uns da TV nacional muito afadigados por submeter a votos a memória dos heróis da nossa pátria. Brilhante! Finalmente haverá uma História democraticamente eleita. E elegendo assim um hemiciclo de heróis imorredoiros teremos finalmente a Democracia guindada à categoria de Metafísica. Apenas por € 0,60 mais I.V.A..
Da Democracia e da Metafísica estamos conversados. A História, prefiro-a como ela é.
Jacques Moderne - Trois branles de Bourgogne
Paço dos Duques de Bragança, Guimarães, 2006.
Impotência contemporânea, pura impotência contemporânea, Caríssimo Bic Laranja: não conseguindo alterar os factos, tentam substituí-los pelos votos, nos dois sentidos do termo. Grande abraço.
ResponderEliminarUma prática habitual, de resto. Cumpts.
ResponderEliminarQue prazer em vê-lo de volta, mas passei cá muitas vezes com essa esperança.
ResponderEliminarRidículo o princípio.
Os Duques de Bragança souberam deixar memórias em muitas partes do País, mas estas foram bem acompanhadas pelo música.
Obrigado pela paciência. Gosto em vê-la por cá! Cumpts.
ResponderEliminarPensei que tinha fugido e nos abandonado.
ResponderEliminarNada disso! Cumpts.
ResponderEliminarUm dos heróis da suposta democracia que afinal é uma para-ditadura socilista acaba por ser o senhor porfessor Oliviera Salazar porque quando fazia quer propaganada quer repressão a fazia as claras e nunca as escondidas como Adolf Sócrates o faz
ResponderEliminarO engº Sócrates não consegue esconder nada. Cumpts.
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