
Anúncio da estreia de Grande Prémio, de John Frankenheimer, no cinema Roma.
Diario de Lisbôa, 25/IX/967.
O filme é de 1966, quando o natural nas corridas, quaisquer corridas, era correr muito, velozmente, e nem por nada haver de parar.
Imaginai agora o glamour e a grandeza da F.I.A., em 2025, atalhando à velocidade das corridas para aumentar o espectáculo… com obrigação de duas paragens.
Que se seguirá? Uma ida obrigatória dos pilotos ao lavabo para compor o penteado e pôr bâton?
Bem certo, neste novo tempo excitado de emoções, que lá terá o seu glamour…
Eis no que deu Fórmula 1.

Também esbarrei ontem com essa notícia. Há muitos anos que não ligo pevide à F1. São corridas de levar ao bocejo.
ResponderEliminarCumprimentos.
A Fórmula 1 morreu pelos alvores de 1980. Desde aí deu numa monotonia entediante. As corridas lá para as arábias e a horas nocturnas são já outra coisa: botox, silicone, polipropileno, não sei… Até os pilotos são de da playmobil, eu me parece, com jeitos de vedetas da Maria ou da Caras. E todas as regrinhas mais as carradas doutras regrinhas a somar são o cúmulo da mariquice.
ResponderEliminarCumpts.
É isso tudo e mais um par de botas. Cada vez que um deles pega no carro que era do Lauda ou do Senna, até se borram todos para fazer uma curva. Não têm o computador a conduzir por eles :)
ResponderEliminarCumprimentos.
Pois, bem vê!…
ResponderEliminarCumpts.