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sábado, 25 de janeiro de 2025

Campolide com ar português

 Muito falam para aí em integrar o que é estrangeiro. Pois, é fazer-se nosso sem que deixemos nós de ser o que somos, muito menos que passemos nós devir num qualquer outro…


 Este veículo inglês veio logo à partida com disposição para circular à direita; posto de condução e portas de entrada e saída à maneira desta terra. Foi configurado assim logo no país de origem. Sem isto nunca um português o tomaria tão naturalmente por seu.


 


Calçada da Estação, Campolide (Mike Rhodes, 1982)
Calçada da Estação, Campolide, 1982.
Mike Rhodes, in Flickr.


 


P.S.: O autocarro trabalhava com proveito geral.


 

4 comentários:

  1. Figueiredo26/1/25 11:30

    A porta de saída para os passageiros é na traseira do veículo que deve ser colocada e não a meio, mas isso já é pedir demasiado para quem tem o 12º ano, licenciatura, mestrado, ou doutoramento, em desenho e construção de viaturas pesadas para o transporte de passageiros.

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  2. Não sei se os autocarros chegavam já transformados ou a transformação era feita por cá. Cumps

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  3. Os engenheiros da A.E.C. refizeram os motores de modo a dispor a posição de condução à esquerda e permitir a manutenção pela direita, às avessas dos modelos ingleses. Os primeiros autocarros já assim concebidos com motores invertidos começaram a chegar em fins dos anos 40, princípio dos anos 50.
    As carroçarias começaram ao depois a ser feitas por cá.
    Cumpts.

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  4. Pois, mas tornou-se moda pôr os motores atrás. Daí…
    Cumpts.

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