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terça-feira, 16 de abril de 2024

Novidade: capas para sofá e …

 Há o fado da Lisboa não sejas francesa. É de quando Lisboa era portuguesa. Ao fado alfacinha, agora, nem Paris há que lhe valha…


Chez Long [Chaise longue], Lisboa — © 2024
Chez Long [Chaise Longue], Lisboa — © 2024

5 comentários:

  1. Ahahahah!!
    E também temos 'HOJE Galinha África Sé'

    Mas. imaginemos como seria o anunciar dos nossos conterrâneos emigrados para a América ou Europa.
    Até o próprio nome não sabiam escrever e até dizer.
    Numa região dos EUA a lista telefónica tem muitos apelidos Enes. Trata-se de descendentes de Açorianos que se chamavam Inácio que dito à açoriano saía Enass...Enas..Eness. e longo dos tempos ficou Enes.

    Cumpts.

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  2. É rir para não chorar. Nem Português sabem falar, mas querem escrever noutras línguas, depois dá nisso.
    Nada como estar sentadinho numa ‘chez long’ a ‘quemer uns minduins e a buber uma miner’.
    Cumprimentos.

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  3. Pedro Nogueira, não é preciso ser estrangeiro para dizer quemer menduins e buber uma miner.

    E se na ementa houver costoletas de borrego e nero no forno, então estamos arranjadinhos que nem precisamos de estrangeiros

    Cumpts.

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  4. Há alguém que sofria indigestão só de ver «perú» com acento na ementa.
    Imagino o que lhe isto agora não fará.
    Cumpts.

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  5. Ali perto havia há tempo «Durada».
    Nunca comi. Soa dura de trincar.
    Mas a casa de pasto tinha grande letreiro por cima a dizer «Iguarias Imponentes», e depois a seguir «Mãe»!
    O ponto de exclamação sou eu que ponho. Ponho dois:
    — Mãe!!
    Mudou de gerência e hoje, pratos do dia, vi «bitok» e qualquer coisa de «porko».
    Também nunca provei.
    O letreiro grande anuncia agora comida «indian», «nepali» e «portuguesa».
    Acho que sim, deve ser…

    Cumpts.

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