
Rua da Palma, Lisboa, 1950.
Eduardo Portugal, in archivo photographico da C.M.L.
Amália Rodrigues, Eu queria cantar-te um fado (1956)
Franklin Godinho/António de Sousa Freitas
Amália Secreta 1953-1958, Arquivos do Fado, vol. 3, Tradisom/Farol Música, 2009
As fotografias que tem vindo a publicar para além de serem muito bem conseguidas e retratarem aquilo que já foi um País bonito, com Identidade, genuinidade, e bom-gosto, realçam um pormenor que salta logo à vista de quem observa estas imagens: a limpeza dos espaços e vias públicas.
ResponderEliminarQuando vemos fotografias da Cidade do Porto, da Cidade de Lisboa, e outras localidades de Norte a Sul do País, do Litoral ao Interior, tiradas durante o Estado Novo e até à Década de 1980, constatámos que a limpeza e salubridade dos espaços e vias públicas era feita e evidente, em contraste com a badalhoquice e falta de manutenção intencional destas áreas por parte dos Executivos que governam as Câmaras Municipais nos dias de hoje.
"a falta de manutenção intencional..",
ResponderEliminarAs Câmaras Municipais intencionalmente querem lixo nas ruas ?
Nesta bela fotografia podemos observar seis táxis, que naquela estreita Rua da Palma provocariam alguma poluição ambiental.
Cumpts.
Cuido que o que há é desleixo em geral, que é de sempre, e incúria das câmaras; esta sim, é como diz.
ResponderEliminarO Cais do Sodré em 1980 pejado de papéis no chão.
Cumpts.
A palavra «ambiental» carrega todo um culto.
ResponderEliminarNum mesmo rezar anacrónico, não será tão ou mais poluente havê-la atrofiada no troço que resta?
Amen!
Ambiental usa-se agora para chatear, imagino o que seriam os gases provocados por aqueles motores dos carros de praça.
ResponderEliminarAgora, o resto em redor, que já foi um enorme parque de estacionamento, é tão poluente como aqueles táxis, embora seja proibido a fabricação de motores poluentes e doutras poluições sem ser de automóveis.
Em tempos, os automóveis de luxo de aluguer com condutor e para casamentos estacionados no Rossio à frente do DN e da Ourivesaria Ferreira Marques tinham de aquecer cedo para não poluir com o fumo as pessoas que passavam.
Cumpts.
«Ambiental» usa-se agora para sustentar uma formidável banha da cobra do tamanho do mundo. Ou do planeta, porque o mundo inclui a gente, e o que o «ambiental» faz é desconsiderar a gente, porque a gente é insustentável para um planeta (cá vai mais um padre-nosso) sustentável.
ResponderEliminarO progresso da técnica tem ajeitado muitas coisas à custa doutras. Ao depois vai-se compondo aqui para compensar dali. Os automóveis não poluem nada como dantes. O que se não entende é atrofiar vias desafogadas apinhando a viação e trânsito dos automóveis para dar largueza ao vazio.
Cumpts.
O outro dizia 'com os lá fora podemos nós', mas nos Países Baixos as bicicletas só faltam andar pelo ar, e não incomodam e trânsito automóvel e as pessoas.
ResponderEliminar«...As Câmaras Municipais intencionalmente querem lixo nas ruas?...»
ResponderEliminarNão sei onde foi buscar ou leu tal coisa, mas a falta de manutenção e insalubridade dos espaços e vias públicas assim como a fiscalização e fazer cumprir as Leis e regras de limpeza/ambientais por parte dos Cidadãos, é da responsabilidade dos Executivos que Governam as Câmaras Municipais.
Vou-lhe dar o exemplo da Cidade do Porto que teve um problema enorme no que toca à manutenção, limpeza, e salubridade dos espaços e vias públicas, devido às más políticas intencionais praticadas pelos Governos Autárquicos liberais/maçónicos do Partido Socialista (1990-2002), liderados pelo dr. Fernando Gomes e o dr. Nuno Cardoso.
Esse problema viria a ser resolvido pelo Presidente Rui Rio durante a sua Governação (2002-2013) na Câmara Municipal do Porto (CMP).
Em 2014 e até à presente data sob a Governação Autárquica liberal/maçónica do «Porto, o Nosso Partido/Porto, o Nosso Movimento/Aqui Há Porto» o mesmo problema ocorrido no período acima referido (1990-2002) da falta de manutenção, limpeza, e salubridade dos espaços e vias públicas na Cidade do Porto, voltou, devido umas vez mais às más políticas intencionais, desta feita por parte do actual Executivo.
Os velocípedes e respectivos condutores não precisam de uma pista para ciclistas para poderem circular, já têm uma via que lhes é destinada para o efeito, chama-se via de trânsito.
ResponderEliminarÉ preciso obrigar os condutores de velocípedes a ter carta de condução ou licença para conduzirem esse tipo de veículos, possuir seguro e matrícula, ter os respectivos veículos devidamente equipados com espelhos, sinais sonoros e de luzes devidamente estudados para o efeito.
Os velocípedes não são nenhum brinquedo assim como as vias de trânsito; tem que haver regras de circulação, disciplina, e prevenção, para todo o tipo de veículos, sempre foi assim.
As cidades têm de ter ruas com lugares de estacionamento, passeios, e vias de trânsito com as dimensões correctas - como sempre tiveram - para que peões, automóveis, e velocípedes, circulem devidamente, como se quer numa sociedade civilizada, do senso comum, normal e racional.
Figueiredo
ResponderEliminarA condução de bicicletas nas ciclovias tem um tratamento diferente da circulação em geral.