A tarantela de há pedaço, cometida no Natal de 1670 ao sacerdote maestro da capela do reino de Nápoles, Cristóvão Caresana, aqui em versão mais solene, mais de acôrdo, digamos. O benévolo leitor que aprecie veja qual prefere. Eu não sei escolher, daí pôr ambas.
Feliz Natal!
Feliz Natal!
Cristóvão Caresana, Tarantella a 5 vozes com violinos, pelo nascimento do Verbo, 1670.
Scarlati Lab. \ Barroco:
Frederica Pagliuca, Olga Cafiero (sopranos); Daniela Salvo (meio-soprano); Leopoldo Punziano. (tenor); Carlos Feola (baixo).
António Florio e Dinko Fabris (dir. artística).
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Alle selve, alle valli, alle grotte Alle rupi, alle tane, alle selve Alle selve, alle valli, alle grotte Tarantola d'abisso, empio serpente Viva, viva l'eternità. Tarantola ch'in cielo il nido avesti A superbia così va! Tarantola ribelle, fulminata Si raddoppino a te le catene chi pugna col cielo mai vincerà! Or che al bosco fiorisce ogni pianta Alle selve, alle valli, alle grotte, Alle balze, alle sponde, ai ruscelli Ai campi, alla riviera, Alle selve, alle valli, alle grotte, |
Aos bosques, aos vales, às moitas Às arribas, às tocas, aos bosques Aos bosques, aos vales, às moitas Tarântula dos abismos, ímpia serpente Viva, viva a eternidade. Tarântula que no céu teu ninho fizeste A soberba é assim que dá! Tarântula rebelde, fulminada, Rebentam-se-te as correntes Quem combate o Céu jamais vencerá! Agora que no bosque floresce cada planta Aos bosques, aos vales, às moitas Às arribas, às margens, aos riachos Pelos campos, pelas ribeiras, Aos bosques, aos vales, às moitas
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