— Que depressa seja tudo junto, entendo; de pressa será decerto mais devagar, com aquela separação das palavras. Porém devagar, como não é tão de pressa e é, de certo, mais de vagar, não poderia já sêr êle separado?
— Certamente!…
— Já decerto tenho por certo que seja ao certo como de certo.
— É o caso.
— Ou, será que tudo isto é como tudo junto sêr separado e separado sêr tudo junto?

O actor Eduardo Brazão, «Barbeiro de Si mesmo», ante 1911.
Postal n/ circ. da Pap. e Typ. Paulo Guedes & Saraiva, Lisboa, in archivo photographico da C.M.L.
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