Salazar ligeiro, ligeirinho (agora diz-se light, não é?...), para entreter as massas...
Na badana:
Um livro indispensável para conhecer a história recente de Portugal. — Javier García, El País.
A propaganda badanal faz parte do que se quere para endrominar a gente, seja para induzir a compra, seja ao depois para doutrinar por reflexões avulsas, pelas opiniões caprichosas do A. ou pelos mexericos das tais máscaras (eufemismo para os depoentes que ventilam sôbre Salazar ou, inclusivè, não), que são assim passados à Nação como factos. Como prosa livre pode o A. até contar umas coscuvilhices mais inconvenientes, sórdidas, reles até. Passa por isenção, originalidade. Como rolha Abrilina — e homossexual principalmente — ninguém no condenará.
Já de Salazar, mais que objecto, é meio e garantia de boa tiragem com chuvada de reedições. Nada mais. Está muito bem assim e não podia ser de outra maneira!
Arrumado em meia dúzia de págs. no ano 17, repescado de recurso agora para encher o vazio duma semana na praia. Calha com o vento e a areia…
Velho enganador dos monárquicos mais tontos.
ResponderEliminarCumprimentos
Não.
ResponderEliminarCumpts.