Dizem aqueles que tiveram a sorte de viver esses tempos e experimentar essas pomadas, que eram daqui.
A República devia investir mais no vinho, promover o seu consumo, e nomeadamente voltar a fomentar os vinhos de pasto, assim como os tascos, tabernas, casas de pasto, devidamente montados e fiscalizados, com bom gosto e tradição, qualidade e preços correctos, e claro bom ambiente.
Na Cidade do Porto ainda existe um belíssimo painel de azulejos - embora degradado - da União Vinícola Abastecedora (UVA).
Tenho ideia que era o Casal da Eira daqueles tempos.
Parafraseando, o vinho continua a dar pão a um milhão de portuguêses. Ou mais. Já tascas, tabernas e casas de pasto são chão que deu uvas. Sobram cervejarias e marisqueiras, mas só se entra com salvo-condutos do govêrno. Temo, do rumo que vejo êste mundo levar, que muito em breve o maldito govêrno me multe ou agrave o I.R.S. se as pulgas da minha cama não forem certificadas pelo Infarmed ou pela D.G.S.
Havia uma taberna há poucos anos ante a Portugália com pipos atrás do balcão e copos de três. Ainda lá está, mas os pipos tiveram de ir. Normas da C.E.E., as mesmas do tipo das dos galheteiros. A taberna perdeu o castiço. Pouco faltará para haver um talibã do planeta Glovo a distribuir-lhe hamburgos ou pizas em lugar de servir pregos e sandes de carne assada com um copo de tintol ao balcão.
A taberna ante a Portugália ganhava com o prego no pão por aviar copos de três, do carrascão "especial" das pipas grandes e do lote dos pipos pequenos. Quando no Verão a Portugália estava com o balcão 'já não cabe mais ninguém' sobrava para a taberna que até instalou cerveja à pressão. Agora, parece, que passou a padaria da moda, mas com o cada vez mais aparecer no cinema/tv pessoas de copo de tintol na mão, vai voltar o copo ao balcão.
Dizem aqueles que tiveram a sorte de viver esses tempos e experimentar essas pomadas, que eram daqui.
ResponderEliminarA República devia investir mais no vinho, promover o seu consumo, e nomeadamente voltar a fomentar os vinhos de pasto, assim como os tascos, tabernas, casas de pasto, devidamente montados e fiscalizados, com bom gosto e tradição, qualidade e preços correctos, e claro bom ambiente.
Na Cidade do Porto ainda existe um belíssimo painel de azulejos - embora degradado - da União Vinícola Abastecedora (UVA).
Tenho ideia que era o Casal da Eira daqueles tempos.
ResponderEliminarParafraseando, o vinho continua a dar pão a um milhão de portuguêses. Ou mais. Já tascas, tabernas e casas de pasto são chão que deu uvas. Sobram cervejarias e marisqueiras, mas só se entra com salvo-condutos do govêrno. Temo, do rumo que vejo êste mundo levar, que muito em breve o maldito govêrno me multe ou agrave o I.R.S. se as pulgas da minha cama não forem certificadas pelo Infarmed ou pela D.G.S.
Havia uma taberna há poucos anos ante a Portugália com pipos atrás do balcão e copos de três. Ainda lá está, mas os pipos tiveram de ir. Normas da C.E.E., as mesmas do tipo das dos galheteiros. A taberna perdeu o castiço. Pouco faltará para haver um talibã do planeta Glovo a distribuir-lhe hamburgos ou pizas em lugar de servir pregos e sandes de carne assada com um copo de tintol
ao balcão.
Cumpts.
A taberna ante a Portugália ganhava com o prego no pão por aviar copos de três, do carrascão "especial" das pipas grandes e do lote dos pipos pequenos.
ResponderEliminarQuando no Verão a Portugália estava com o balcão 'já não cabe mais ninguém' sobrava para a taberna que até instalou cerveja à pressão.
Agora, parece, que passou a padaria da moda, mas com o cada vez mais aparecer no cinema/tv pessoas de copo de tintol na mão, vai voltar o copo ao balcão.
Cumpts.
Parece-me que está a confundir com o Monte Castelo. Êste foi o que deu em padaria. A taberna é mais adeante, antes do Monte Rei.
ResponderEliminarCumpts. :)
Boa informação, no entanto, que agradeço.
ResponderEliminarObrigado!
Tem razão, confusão minha.
ResponderEliminarMas, julgo que nos anos de 1960, também esta, agora, Padaria, aviava com as "sobras" da Portugália.
Cumpts.
É natural.
ResponderEliminarAno bom!