Feira da Ladra. Composições variegadas de naturezas mortas postas ao sol. Grande oceano alfacinha onde há sempre a esperança de descobrir raridades…
![«Feira da Ladra», Lisboa, [s.d.] Horácio Novais, in Jorge Segurado (dir.), Lisboa no Passado e no Presente, Excelsior, Lisboa, imp. 1971, p. 46.](https://live.staticflickr.com/65535/51835998558_a49d7c7857_h.jpg)
Feira da Ladra, Lisboa, [s.d.]
Horácio Novais, in Jorge Segurado (dir.), Lisboa no Passado e no Presente, Excelsior, Lisboa, imp. 1971, p. 46.
O Horácio Novais, julgo eu, aproveitou o "cenário" das bancadas da Feira para fotografar aquela mulher bastante alta.
ResponderEliminarCumpts.
Bem observado: repare-se que ela usa sapatos rasos.
ResponderEliminarA propósito, eu fixei-me foi no indivíduo que está à esquerda na fotografia: parece mesmo que está a falar ao telemóvel...
ResponderEliminarSim, mas parece ser um transistor a dar o relato SLB-SCP
ResponderEliminarUma senhora há sempre de compôr o retrato, mais a mais no meio de tanta quinquilharia.
ResponderEliminarCumpts.
Antes uma beata, daquelas sem filtro. Definitivos ou Provisórios?
ResponderEliminarCumpts.
Sim, ampliando a imagem, nem telemóvel nem transístor.
ResponderEliminarA beata até ao fim, com o vício do provisório que definitivamente prefere.
Cumpts.