Foi um sábado. De semana o carro de Belém circulava em composições com atrelado. Ao sábado e ao domingo eram estas almanjarras. Do movimento na Rua Morais Soares, ao fundo, conclui-se que foi um sábado, como hoje. Ao domingo, com as lojas fechadas, havia de haver muito menos movimento. Claro que o movimento (ou a fauna) ao sábado, hoje, não é nada do que foi; na Morais Soares nem nas adjacências do velho Poço dos Mouros: Largo Mendonça e Costa, José Ricardo, Ângela Pinto &c.
Foi, pois, um sábado. Os calendários só confirmam.

Carro eléctrico de Belém, Arroios, 1974.
Guy, in Flickr.
Obrigado pela fotografia
ResponderEliminarNessa data passava por esses lados.
Mas não me recordo, e até apostava, do eléctrico entrar/passar na Rua Alves Torgo. E depois seguia pela José Falcão para a Almirante Reis?
Cumpts.
Sim senhor, pelo google fui lá meter o nariz, ainda lá estão os carris. Perdia a aposta.
ResponderEliminarEsta Alves Toro tem que se lhe diga: quem quiser ir ao nº. 301 está tramado e pensará ser engano.
Cumpts.
Não perdia. Ganhava. No sentido do Alto de São João, saía da Almirante Reis pela José Falcão também, e pela Francisco Sanches para a Morais Soares.
ResponderEliminarA Rua Alves Torgo, sim, tem que se lhe diga… O mesmo a quem quiser ir ao n.º 1 da Rua Agostinho Lourenço; fica entre o 325 e o 337.
A propósito:
ResponderEliminarNo tempo de Salazar, construíram-se as primeiras Onze (11) Estações do Metropolitano de Lisboa, em QUATRO (4) ANOS.
A Estação de Metropolitano de Arroios só demorou, para ser ampliada da capacidade de receber 4 para receber 6 carruagens, uns modestos QUATRO ANOS, também !!!
APRE!!!
Bem lembrado. Pugredimos a uma formidável incapacidade de produzir simples melhoramentos em obra feita. Note que até nisto de obra se cheira o pugréço, porquanto em obrar, desde a alvorada o grande acidente nacional se vê como são imabatíveis esses entreguistas todos a quem isto tem andado entregue.
ResponderEliminarCumpts.