Toda esta zona se modificou muitíssimo depois do 25A no que ao Comércio diz respeito. Se comparada com os tempos (décadas de 60, 70 e 80 do séc. passado), quando lá passo tem-me feito lembrar uma rua de cemitério. Morreu a Indústria, morreu o respectivo comércio retalhista e passou a ser uma rua de "hosteis" (!!!)com turistas de chinelos calçados e nariz no ar. Até a Farmácia onde se iniciou o DR. SOUSA MARTINS fechou pelas razões que os jornais publicaram.
Monocultura de exportação (tourisme) e despovoamento. O que há neste velho arrabalde ribeirinho outr' hora fervilhante de vida são especímenes post modernos de jardim zoológico e restos de paizagem recyclada a armar ao pingarelho do progresso. Em lingua de pau, um melhoramento assaz inclusivo, ambiental e sustentavel, Portugal acabou.
Então não temos, agora, filas de eléctricos, carros em andamento ou arrumados em qualquer lugar e as pessoas a deslocarem-se pelo meio da rua, e toda aquela movimentação quase saigonesca, quer dizer que Portugal acabou? Claro que não, e cá estamos a comentar esta "movimentada" fotografia de de 1981.
Do lado direito da fotografia, antes da farmácia e do oculista, reparo existir uma pensão denominada de "25 de Abril". Com tal nome, suspeito seriamente que não se tratasse de um local bem frequentado...
Pois, a Pensão não seria de indígenas, mais parece de novo dono oportunista aplicando simbologia e bilhares para disfarçar. Na época começaram a aparecer muitos trespasses de lojas de móveis e pensões a indianos Cumpts.
Toda esta zona se modificou muitíssimo depois do 25A no que ao Comércio diz respeito.
ResponderEliminarSe comparada com os tempos (décadas de 60, 70 e 80 do séc. passado), quando lá passo tem-me feito lembrar uma rua de cemitério.
Morreu a Indústria, morreu o respectivo comércio retalhista e passou a ser uma rua de "hosteis" (!!!)com turistas de chinelos calçados e nariz no ar.
Até a Farmácia onde se iniciou o DR. SOUSA MARTINS fechou pelas razões que os jornais publicaram.
Monocultura de exportação (tourisme) e despovoamento. O que há neste velho arrabalde ribeirinho outr' hora fervilhante de vida são especímenes post modernos de jardim zoológico e restos de paizagem recyclada a armar ao pingarelho do progresso. Em lingua de pau, um melhoramento assaz inclusivo, ambiental e sustentavel, Portugal acabou.
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ResponderEliminarEntão não temos, agora, filas de eléctricos, carros em andamento ou arrumados em qualquer lugar e as pessoas a deslocarem-se pelo meio da rua, e toda aquela movimentação quase saigonesca, quer dizer que Portugal acabou?
Claro que não, e cá estamos a comentar esta "movimentada" fotografia de de 1981.
Cumpts.
Do lado direito da fotografia, antes da farmácia e do oculista, reparo existir uma pensão denominada de "25 de Abril". Com tal nome, suspeito seriamente que não se tratasse de um local bem frequentado...
ResponderEliminarPois, a Pensão não seria de indígenas, mais parece de novo dono oportunista aplicando simbologia e bilhares para disfarçar.
ResponderEliminarNa época começaram a aparecer muitos trespasses de lojas de móveis e pensões a indianos
Cumpts.
Era o que era. Com dois cravos (leia-se pregos) no letreiro estão os fados bem representados.
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