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sábado, 17 de abril de 2021

O electrico era o 8

À espera do eléctrico, Areeiro (M. Novaes, 194…)
Á espera do electrico, Areeiro, 194…
Mario Novaes, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.

5 comentários:

  1. Praça do Areeiro e à direita Avenida Padre Manuel da Nóbrega.

    Cumpts.

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  2. E á esquerda a João… nada.
    Cumpts.

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  3. Ah!
    Agora vejo, é a Av. João XXI.
    Julgo que estes prédios da Pç. do Areeiro (vai ser sempre o Areeiro) são o expoente máximo que se chamou de arquitectura Português Suave, protagonizada por Duarte Pacheco como Presidente da Câmara de Lisboa.

    Cumpts.

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  4. Sem dúvida. A Av. de Sidonio Paes tambem é um bom legado, salvos os mamarrachos sem estylo que dão frente á Fontes Pereira de Mello, mas é mais sobria.
    A Pr. de Londres — que era para ser do Mexico, não é verdade? — podia levar-lhe a palma, mas ficou fatalmente desvirtuada com aquillo no gaveto da Av. Marconi.
    Esta Praça do Areeiro soffre muito é d' uma carneirada toponimico-paizagista de vereações pluricôres e d' um daltonismo roseo nas fachadas.
    Cumpts.

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  5. Certo.
    A Pç. de Londres tem, também, os seus mamarrachos no lado norte, de cada lado da Av. de Roma: um tem mistura de suave e acrescentos sabe-se lá mais de quê e outro de construção posterior seria para um hotel de clientela sabe-se lá donde. No lado sul lá está um suave com chapéu e o resto de toda a Praça são suaves de bairro de renda limitada como outros na zona.
    Parece que o "português suave" foi ideia de Duarte Pacheco para não se repetir com o anteriormente edificado nas Avenidas Novas, com construção de belos edifícios, ainda por lá restam, e umas gaiolas de patos bravos que foram desaparecendo.

    Cumpts.

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