Venho com esta agora calcar o apocalipsezorro e o apocalipsezinho (ensaiozinho do medozorro?) nele contido. Enfim! São desabafos meus que pouco valem; quando não, até aborrecem. Mais interessantes serão por ventura uns quebra-tolas (este não foi lá muito) com que procuro descobrir lugares antigos, quiçá familiares, mas entre tanto esquecidos. Pois bem. Se se algum benévolo leitor lembrar onde é ou era o lugar aí retratado, que por gentileza mo diga, pois eu desta fotografia não consigo atinar com o sítio, por estranhamente familar ele me pareça. É que não sei, com franqueza, descobrir onde é.
A legenda na fonte é tal como vai.

Rua de Lisboa, Portugal, [s.d.].
Mário de Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.
Excelente quebra-tolas!
ResponderEliminarSalvo erro, trata-se do cruzamento da Rua Filinto Elísio com a Rua José Maria Rodrigues, perto do Instituto Superior de Agronomia.
Os edifícios mantêm-se, mas o movimento automóvel mudou substancialmente...
Cumprimentos e obrigado pelo tempo de busca bem passado!
Cruzamento da Rua José Maria Rodrigues, a que desce, com a Rua Filinto Elísio, a que segue para a esquerda. Ao fundo o cruzamento com a Rua Agostinho de Campos. Ainda está tudo de pé...
ResponderEliminarEste prédio deve ser do início dos anos 50.
ResponderEliminarParece um prédio "sem vida", nesta imagem e no visionamento actual.
Interessante verificar o impecável estado exterior do edifício. (visionado no Google Earth Pro 2019)
Cumpts.
Obrigado eu! Do apreço e da solução. Não admira que não soubesse. Conheço tão mal a Ajuda.
ResponderEliminarCumpts.
Formidável! Prémio ex-aequo com JMMMN.
ResponderEliminarMuito obrigado!
Pode ser da década de 40 ainda. Esse «sem vida», naquele tempo, era de ser tudo novo e amplo; mas repare nos alegretes e nas sacadas; estavam floridos. E a peixeira que lá vinha com a canastra? Havia ali freguesas.
ResponderEliminarHoje estão as ruas encolhidas; será ele uma espécie de «sem vida»? Talvez.
Cumpts.
Então será da década de 40.
ResponderEliminarEste «sem vida» observa-se nos andares gaveto todos fechados e em todo o prédio apenas uma janela aberta. Provavelmente a imagem será do tempo próximo da inauguração de todos os aqueles lotes.
Mas a imagem de 2019 não é muito diferente, sem o marco do correio e a peixeira, há apenas automóveis estacionados em cima do passeio.
Cumpts.
tenho um amigo que mora na rua dos lusíadas (foi cunhado da ana, amancebado com a inês).
ResponderEliminarsempre que lá vou é uma gaita conseguir estacionamento. muitas vezes acabo por consegui-lo a mais de 1 quilómetro de distância - é bom porque assim faço uma caminhada para moer o jantar.
ainda assim, na tentativa vã de conseguir um lugarzinho, ando por ali às voltas, às voltas e tal...a ver se consigo alguma coisa - mais ou menos como naquelas noites dos anos noventa lá no bairro.
juro-te que olhei para isto e pensei: se o gajo não sabe onde é isto, caramba, tem que ser bem longe do nosso aviário... será que é para os lados da casa do joão?
e pronto, como aqui alguns dos teus queridos leitores validaram, era.
abracinho
Era o que dizia «tamparuéres»?
ResponderEliminarE bom, ao depois é como dizes, longe do no nosso aviário. E um sítio onde me nem lembrou de procurar; ou ver no mapa. Nem para horizontes de incubadora tenho já carola. Velhice!
Um grande abraço!
Talvez fosse do sol do meio-dia. Para não queimar os tacos novos.
ResponderEliminarCumpts.
Alcântara :)
ResponderEliminarO prédio, e todos os outros na imagem, é de 1938
ResponderEliminarO marco do correio foi retirado já este século, há uma dúzia de anos, talvez
ResponderEliminarOu Santo Amaro. Mas seja.
ResponderEliminarCumpts. :)
Informação importante. Os correios não só não querem entregar cartas, também as não querem para entregar. Talvez só queiram vender livros idiotas nas estações que (ainda) não fecharam.
ResponderEliminarCumpts.
Grato! Informação preciosa para data a imagem.
ResponderEliminarCumpts.
Que a fotografia foi tirada no Verão parece evidente e à hora do calor. Daí as portadas das janelas fechadas, o que não significa que o edifício ainda não estivesse habitado (vejam-se as flores nas varandas). O que é verdadeiramente impressionante é não se ver nem um único automóvel. Cumprimentos (e venham mais fotografias!)
ResponderEliminarOs automóveis encolhem a cidade.
ResponderEliminarCumpts. :)
Penso que seja a rua José maria Rodrigues em alcantara
ResponderEliminar:)
ResponderEliminarÉ verdade!
🙂