Como a história se repete! Dizem que como farsa, não é verdade?!…
Quando começaram, agora, a anunciar o apocalipsezorro? Ao depois do Natal?!…
Pois não é ele de agora. Nem deve ser do Natal, a bem dizer, salvo se Natal for quando um homem quiser. Para os homens das vacinas é, Natal, e continua. Há cinco annos também continuava, a custo, mas agora tornou-se muito mais certo e lucrativo. Um negócio da China do tamanho do Mundo.
Domingo, 4 de Janeiro de 2015
Nas próximas duas semanas é que vai ser. O fiel de armazém da D.G.S. anda a avisar da gripe [era o que havia em 2015] e a instar na TV para que corramos já já a tomar a pica. Janeiro está aí e o frio é agora que vai fazer mossa (em Dezembro [que é como quem diz, no Natal] não; tínhamos de andar às comprinhas...); na América já começou e a gente deve vacinar-se para não gastar outros recursos de saúde (língua de pau para dizer remédios e assistência médica, decerto... [agora é o S.N.S. por inteiro.]) E lá explicou como entendido nas estirpes que andam à solta, que uma H3N não sei quantos é muito má [nem sabia ele da SARS-CoV-2], muito má para velhinhos, crianças e doentes crónicos, sempre eles tão fràgeizinhos, não é uma dor de alma?!
Pois mesmo não estando previsto o tal H3N não sei quantos no lote (na lotaria) das estirpes metidas na vacina em que os laboratórios fornecedores de governos apostaram este Inverno, não devemos, porém, deixar de diligentemente ir apanhar pica.
Vacinação geral da populaça como placebo, enfim!
E como renda sazonal.
A corporação dos remédios mai-los seus agentes de vendas oficiais (D.G.S.) e oficiosos (jornalistas) à procura de desencalhar stocks mercadoria em armazém pelo sempre lucrativo banzé dum apocalipsezinho.
Obra antituberculosa, Junta da Província da Beira Litoral, post 1945.
Mário de Novais, in bibliotheca d' Arte da F.C.G.

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