A primeira alteração parece ter sido na zona da General Roçadas. O percurso original, pela Rua Nery Delgado, foi indicado desde sempre como provisório e, tendo sido estabelecidas as condições necessárias, a carreira passou a circular por toda a extensão da Rua Mestre António Martins, servindo a Escola Nuno Gonçalves.
Cruz-Filipe, «35: o clássico», História das carreiras da Carris, 27/XI/2010 — outrora em linha.

Av. Gen. Roçadas, Lisboa, 1963.
Arthur Goulart, in archivo photographico da C.M.L.
Desculpe sair do tema, mas este é o melhor blogo para deixar o meu protesto.
ResponderEliminarNão aguento mais a lavagem ao cérebro dos telespectadores com o 'tema' Carlos do Carmo. Isto já vai no terceiro dia sem interrupção. Desde anteontem a mal amanhecia o diaaté bem entrada a noite e em todos ao canais, temos vindo a ser bombardeados com o falecimento de Carlos do Carmo.Louvavam o seu 'patriotismo' e o seu enorme talento como fadista..., gabavam o seu imenso 'amor' ao fado(?!) alardeando ter sido ele quem o havia levado a todo o mundo. Mentira.
Estes hipócritas comunistas, que tanto mal fizeram à Amália difamando-a até ela ter decidido ir viver para os Estados Unidos por não aguentar mais tantas falsidades, imagine-se que anos depois os mesmos hipócritas ao verem a adoração que os portugueses lhe devotavam, desistiram das difamações e começaram a levá-la nas palminhas. Os cínicos esqueceram-se que quem levou o fado a todo o mundo foi a grande Amália e o nome de Portugal foi o extraordinário futebolista Eusébio e não Carlos do Carmo com o seu execrável comunismo condenado por quase todos os povos do mundo. Esses povos estavam certos ao odiarem aquele regime pois o mesmo implodiu duas décadas depois.
(cont.)
Maria
Este vaidoso até ao vómito, era elitista e um presumido. Na casa de fados que a mãe abriu, o Faia, na qual ele assumiu a gerência só deixava entrar quem fosse rico ou de apelido sonante. Sei isto porque só nos deixaram entrar - eu, família e amigos - quando souberam quem nós éramos. Este estupor, aquando do 25/4 teve que se exilar durante largo tempo, com contratos para cantar só nos países sob regime soviético, os outros povos não o queriam ver pintado muito menos actuar em palco, tudo com a ajuda do partido, claro está. Quem ainda professar esta ideologia diabólica tem o futuro assegurado, bem como todos os seus descendentes até à quinta geração. O mesmo acontece na maçonaria, aliás muitos dos comunistas além da ascendência judaica conhecida são maçons, uns por oportunismo, raros por convicção e a maioria por genuína maldade - basta lembrar que o eram duplamente quase todos os dirigentes soviéticos com especial destaque para os malvados Estaline e Lenine ambos d'origem judaica. C.do C. teve que se ausentar do país pois foi vexado por muitos portugueses patriotas dado seu ódio declarado à direita nacionalista simultâneamente proclamando aos quatro ventos a sua superioridade comunista. Que ele tinha um timbre de voz agradável e alguns dos seus fados eram interessantes e bem interpretados, isso é verdade, mas afirmarem ter ele sido o maior fadista português vai uma distância como daqui à Lua.
ResponderEliminarEste facciosismo e propaganda esquerdista insuportáveis passou-se durante todo o santo dia em todas as TV's e continuou hoje (pelo terceiro dia!!!) com a mesma lenga-lenga até à náusea, só denotando que toda aquela louvaminha nojenta era um recado enviado a todos os canais para cumpri-la à risca (aqueles recebem anualmente milhões para o fazer) por quem manda vergonhosamente no País e em todas as televisões.
Honra seja à filha de C.do C. que disse há alguns anos não concordar com a ideologia do pai, tendo sido coerente com a sua atitude ao casar-se com um membro da classe alta, escusado será dizer que um direitista.
Maria
Nota: Vejam o vídeo do Professor João Tilly sobre Carlos do Carmo, que merece bem a pena.
E amanhã, segunda-feira, dia do funeral vai ser decreto dia de luto nacional.
ResponderEliminarQue chatice, já não se pode morrer descansado.
Já só falta levarem o seu corpo para o Panteão… Os comunistas e socialista são quem ainda manda vergonhosamente em Portugal, isto passados trinta anos de ter ocorrido a implosão do regime soviético. Por toda a Europa inacreditàvelmente só em Portugal e Espanha ainda pontificam os execrados partidos comunista e bloquista, isto passados trinta anos após a implosão do regime soviético e consequentemente ter desaparecido o respectivo e execrável regime por cujo derrube aquele povo bom tanto ansiava e rezava.
ResponderEliminarPortanto não admira nada que estas criaturas hipócritas, falsas e cínicas, que odeiam o nosso Povo e o nosso País - e que um dia, não tão distante assim, quiseram nele introduzir à força o comunismo marxista, leninista e maoista - queiram levar para o Panteão Nacional (lugar Sagrado onde só os Heróis à Pátria têm direito a repousar) os restos mortais de alguém que pela execrável ideologia professada se tornou num traidor confesso aos portugueses e a Portugal.
Maria
O Panteão é esquecê-lo. Depois da Amália e do Eusébio, aquilo só la falta porem a irmã Lúcia para completarem a tríade fâchista do fado, futebol e Fátima.
ResponderEliminarSão tão estúpidos que dão dó!
Cumpts.
Esta classe de trampolineiros promove-se ainda os defuntos não arrefeceram. Um bando de abutres rondar qualquer cadáver que lhe alimente os egozinhos.
ResponderEliminarCumpts.
Do fadista gosto da «Canoa», da «Lisboa Menina e Moça» e do «Homem das Castanhas». Não chega para mais. Lembro-me do festival em 76 e de as pessoas dizerem que aquilo era parvoíce; concorrer com um fado à Eurovisão era para ficar em último como sempre. O fado andava desprezado e, no que toca aos finórios dos amanhãs que cantam, o José analisou la bem a coisa na Porta da Loja.
ResponderEliminarCumpts.
Caro BIC,
ResponderEliminarMais uma foto tão bonita e que mostra uma Lisboa que fica fora do banal (Castelo, baixa, eléctrico 28). Quinze anos depois lembro-me de ver esses carros e esse autocarro. No início deste século voltei a morar nessa zona. Agora ao lado das moradias que se vê à direita há uns prédios muito altos que começam na rua de baixo. Tudo muito feio mas ainda assim essa zona preserva algo de castiço.
Bem haja.
Obrigado eu, do apreço.
ResponderEliminarA zona tem o seu tempo e o seu destempo. Aquela encosta da Penha de França até ao Caminho de baixo da Penha (Av. General Roçadas, grosso modo) foi sendo urbanizada pelos anos 20, 30, 40 e conserva um certo castiço. Ao depois, o incaracterístico dos anos 50, 60, ainda tem o seu quê, com as escolas, a toponímia. Dos anos 70 em diante é a desgraça que se vê até ao vale escuro e daí a Santa Apolónia. Uma estética a representar o progresso duma civilização que já não progride.
Cumpts.
Se se trata de autocarros... muito gostava eu de subir com ansiedade a escada em caracol, aqueles degraus, e, depois daquela curva, esticar a cabeça para ver se o banco da frente estava vazio... :)
ResponderEliminarO 46 ia para Santa Apolónia, outras vezes "dizia" Baixa. Ou era Rossio ? Já não me lembro. Também não vou pesquisar..."tenho" a imagem do espaço das letras.
Subir lá acima e ir tudo lá ppara a frentes é que era!
ResponderEliminarO 46 também dizia outras coisas…
:)
Cumpts