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quarta-feira, 7 de outubro de 2020

O castelo da ilha Kirrin?

Mundos imaginários no meio do Alentejo ou em…


Castello, Palmella, 1935. Fotoipia animada de original deB. Korhmann, in Fototeca Alemã.
Castello, Palmella, 1935.
Fototipia animada de original de B. Korhmann, in Fototeca Alemã.


 

7 comentários:

  1. No início do século XIX, a maioria dos nossos Castelos estava em ruínas e num total abandono, ou com aproveitamento das partes menos arruinadas.
    Existem imagens do Castelo de Guimarães, em total abandono no meio de pinheiros e matagal cercado por uma pequena muralha.
    Só nos anos de 1930 se fizeram obras de consolidação nas muralhas de Bragança e Castelo de Guimarães (1932), Castelo de Montalegre (1934), Póvoa do Lanhoso (1937) e grandes intervenções de restauro no de Guimarães (Berço do Nação) e São Jorge de Lisboa (Capital), em 1938/40. Depois foram feitos restauros noutros tentando dar uma fisionomia medieval retratando os tempos da reconquista.
    Nos anos de 1950/70/90, alguns foram sendo restaurados dando lugar a Pousadas, mas outros continuaram em ruínas até hoje.

    Cumpts.

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  2. Este castelo de Palmela é um dos que foi vertido em pousada.
    Sim, os Munumentos Nacionais restauraram inúmeros castelos e igrejas durante o Estado Novo; o restauro fez-se pelo critério da data original do Monumento. Por ele temos a Sé de Lisboa despida da talha barroca que parece que havia de ter. É um critério que me não choca.
    Choca-me mais que os Monumentos Nacionais hajam restaurado os castelos franqueando-lhe a entrada a todos e os democráticos lhes metam torniquetes e cobrem ingressos como no Castelo de São Jorge.
    Enfim!…

    Cumpts.

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  3. Os Monumentos Nacionais foram criteriosos na escolha dos monumentos a restaurar, mas no critério do traçado original da reconstrução dos monumentos não foram suficientemente criteriosos para fugir a uma versão medieval, errada, da reconstrução.
    Afinal, a conceção das Pousadas é, também, um torniquete ao ingresso nos vários Castelo.
    Parece que isto dos torniquetes é uma forma copiada do estrangeiro para angariar fundos para manutenção dos monumentos, devido à grande procura/interesse dos turistas visitarem tudo o sejam pedras. Parece que para os locais é de borla,


    Cumpts.

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  4. Monumentos Nacionais e não .

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  5. As pousadas, sim. Com a contrapartida de usufruir de mais do que o monumento em singelo. Daqui o remoque aos torniquetes: oneram o que os Monumentos Nacionais nunca oneraram.
    Tempo$ outro$, o$ no$$o$.
    Cumpts.

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  6. A troca do 'u' pelo 'o' por cá só reparamos na escrita.
    Já os espanhóis por via dos enganos do 'u' pelo 'o' escrevem e dizem regazo. ah!ah!

    Cumpts.

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  7. Subtil piada. Na anatomia de cá, porém, colo e regaço são regiões distintas. Salvo quando o traseiro se assenta numa cadeira. O que não invalida o dito «... não quere dizer pescoço». Por via do francês, êste, talvez.
    Cumpts.

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