No início do século XIX, a maioria dos nossos Castelos estava em ruínas e num total abandono, ou com aproveitamento das partes menos arruinadas. Existem imagens do Castelo de Guimarães, em total abandono no meio de pinheiros e matagal cercado por uma pequena muralha. Só nos anos de 1930 se fizeram obras de consolidação nas muralhas de Bragança e Castelo de Guimarães (1932), Castelo de Montalegre (1934), Póvoa do Lanhoso (1937) e grandes intervenções de restauro no de Guimarães (Berço do Nação) e São Jorge de Lisboa (Capital), em 1938/40. Depois foram feitos restauros noutros tentando dar uma fisionomia medieval retratando os tempos da reconquista. Nos anos de 1950/70/90, alguns foram sendo restaurados dando lugar a Pousadas, mas outros continuaram em ruínas até hoje.
Este castelo de Palmela é um dos que foi vertido em pousada. Sim, os Munumentos Nacionais restauraram inúmeros castelos e igrejas durante o Estado Novo; o restauro fez-se pelo critério da data original do Monumento. Por ele temos a Sé de Lisboa despida da talha barroca que parece que havia de ter. É um critério que me não choca. Choca-me mais que os Monumentos Nacionais hajam restaurado os castelos franqueando-lhe a entrada a todos e os democráticos lhes metam torniquetes e cobrem ingressos como no Castelo de São Jorge. Enfim!…
Os Monumentos Nacionais foram criteriosos na escolha dos monumentos a restaurar, mas no critério do traçado original da reconstrução dos monumentos não foram suficientemente criteriosos para fugir a uma versão medieval, errada, da reconstrução. Afinal, a conceção das Pousadas é, também, um torniquete ao ingresso nos vários Castelo. Parece que isto dos torniquetes é uma forma copiada do estrangeiro para angariar fundos para manutenção dos monumentos, devido à grande procura/interesse dos turistas visitarem tudo o sejam pedras. Parece que para os locais é de borla,
As pousadas, sim. Com a contrapartida de usufruir de mais do que o monumento em singelo. Daqui o remoque aos torniquetes: oneram o que os Monumentos Nacionais nunca oneraram. Tempo$ outro$, o$ no$$o$. Cumpts.
Subtil piada. Na anatomia de cá, porém, colo e regaço são regiões distintas. Salvo quando o traseiro se assenta numa cadeira. O que não invalida o dito «... não quere dizer pescoço». Por via do francês, êste, talvez. Cumpts.
No início do século XIX, a maioria dos nossos Castelos estava em ruínas e num total abandono, ou com aproveitamento das partes menos arruinadas.
ResponderEliminarExistem imagens do Castelo de Guimarães, em total abandono no meio de pinheiros e matagal cercado por uma pequena muralha.
Só nos anos de 1930 se fizeram obras de consolidação nas muralhas de Bragança e Castelo de Guimarães (1932), Castelo de Montalegre (1934), Póvoa do Lanhoso (1937) e grandes intervenções de restauro no de Guimarães (Berço do Nação) e São Jorge de Lisboa (Capital), em 1938/40. Depois foram feitos restauros noutros tentando dar uma fisionomia medieval retratando os tempos da reconquista.
Nos anos de 1950/70/90, alguns foram sendo restaurados dando lugar a Pousadas, mas outros continuaram em ruínas até hoje.
Cumpts.
Este castelo de Palmela é um dos que foi vertido em pousada.
ResponderEliminarSim, os Munumentos Nacionais restauraram inúmeros castelos e igrejas durante o Estado Novo; o restauro fez-se pelo critério da data original do Monumento. Por ele temos a Sé de Lisboa despida da talha barroca que parece que havia de ter. É um critério que me não choca.
Choca-me mais que os Monumentos Nacionais hajam restaurado os castelos franqueando-lhe a entrada a todos e os democráticos lhes metam torniquetes e cobrem ingressos como no Castelo de São Jorge.
Enfim!…
Cumpts.
Os Monumentos Nacionais foram criteriosos na escolha dos monumentos a restaurar, mas no critério do traçado original da reconstrução dos monumentos não foram suficientemente criteriosos para fugir a uma versão medieval, errada, da reconstrução.
ResponderEliminarAfinal, a conceção das Pousadas é, também, um torniquete ao ingresso nos vários Castelo.
Parece que isto dos torniquetes é uma forma copiada do estrangeiro para angariar fundos para manutenção dos monumentos, devido à grande procura/interesse dos turistas visitarem tudo o sejam pedras. Parece que para os locais é de borla,
Cumpts.
Monumentos Nacionais e não .
ResponderEliminarAs pousadas, sim. Com a contrapartida de usufruir de mais do que o monumento em singelo. Daqui o remoque aos torniquetes: oneram o que os Monumentos Nacionais nunca oneraram.
ResponderEliminarTempo$ outro$, o$ no$$o$.
Cumpts.
A troca do 'u' pelo 'o' por cá só reparamos na escrita.
ResponderEliminarJá os espanhóis por via dos enganos do 'u' pelo 'o' escrevem e dizem regazo. ah!ah!
Cumpts.
Subtil piada. Na anatomia de cá, porém, colo e regaço são regiões distintas. Salvo quando o traseiro se assenta numa cadeira. O que não invalida o dito «... não quere dizer pescoço». Por via do francês, êste, talvez.
ResponderEliminarCumpts.