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segunda-feira, 14 de setembro de 2020

Vislumbre de 1980, mais ou menos

Vislumbre da Marquês de Fronteira, Lisboa (A. n/ id., c. 1980)
Rua Marquês de Fronteira, Lisboa, c. 1980
Fotografia de A. n/ id., achada num sótão.

6 comentários:

  1. Mandarinia15/9/20 05:30

    Caro BIC,

    Recordo-me muito bem desta zona com este aspecto (nos anos 80 morava junto à Av. de Berna, de frente para a Gulbenkian).Ainda cheguei a fazer exames médicos na Clínica de São Lucas. Todas as moradias foram destruídas, o mamarracho que se vê à direita na foto já tem muita companhia.
    Gostava tanto de voltar a andar num verdinho de dois andares... que saudades.

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  2. Estamos na mesma. Salvos os exames na Clínica de São Lucas, que não fui eu, mas o senhor meu sogro que fez.
    Palacetes destes, em Lisboa, são raros os que se salvaram. E de futuro só lhe calhará a extinção.
    Cumpts.

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  3. Também residi nesta zona e nessa época. Ao tempo, no quarteirão onde se situava a Clínica de São Lucas, havia mais três palacetes, hoje todos desaparecidos. No quarteirão imediatamente anterior ao cruzamento da António Augusto de Aguiar com a Marquês de Fronteira, situava-se ainda o Palacete de Pequito Rebello,entretanto igualmente demolido (no local encontra-se agora o edifício da sede do Banco BIC).
    Onde os palacetes felizmente se mantêm é na Marquês de Fronteira, na subida que conduz ao Palácio da Justiça.

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  4. Nesta época, o Bairro Azul - cujos edifícios guardiães se vêem à esquerda na fotografia - era praticamente uma pequena aldeia calma e retirada em pleno centro de Lisboa, onde existia uma relação de quase proximidade e vizinhança entre a maioria dos seus moradores. Embora arquitectonicamente o Bairro se mantenha bem preservado, tal ambiente desapareceu por completo, não só devido ao mudar dos tempos mas, sobretudo, ao facto de o Bairro haver sido transformado num autêntico corredor de passagem para automóveis e peões, o que destruiu por completo a sua antiga tranquilidade.

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  5. Sim salvam-se esses, talvez porque estejam isolados, ou sei lá… Somam-se o palacete Vilalva e o palácio Sá da Bandeira. E o da Ordem dos Engenheiros na outra ponta da António Augusto de Aguiar. Um neoclássico que lhe ficava de ante, no n.º 2 salvo erro, também já foi…
    Antigamente era diferente…
    Cumpts.

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  6. Se era! Curioso ver, numa das fotografias para que deixou ligação no seu comentário anterior, o palacete onde funcionou inicialmente o Colégio Valsassina e também parte dos edifícios do Bairro Azul ainda em construção.

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