Aprecio sobremaneira a tenacidade com que desmascara a IGNORÂNCIA mas acredite que é "CLAMAR NO DESERTO".
Dizia meu saudoso Avô materno: "Dum alto pregar um sermão e lavar a cabeça a burros é perder o sabão !".
Se se prega um sermão num alto, muito afastado dos ouvintes, poucos serão os que o ouçam convenientemente: trabalho inglório. Se se lavar a cabeça aos burros, como estes gostam de se espojar no pó, andarão sempre com a cabeça suja: outro trabalho inglório. Também assim vejo o seu, por aqui.
Os anos ensinaram-me que a ignorância é como a erva daninha, nunca se elimina e tende sempre a multiplicar-se.
É como se diz. De maneira que escrever «izército» é tão legítimo como «deceção» e, inclusivamente tão «umano» como «desseção», o que torna tudo democraticamente «incluzivo». Cumpts.
Com efeito, não soa bem "destabilizar" mas está na maioria dos dicionários. Tanto o Dicionário da Porto Editora online (Infopédia) como o Priberam registam o vocábulo como sinónimo de "desestabilizar". Por síncope de "es" surgiu "destabilizar". O VOP também o registae aqui deixo o link: http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lemma&lemma=33209
Sempre na defesa da Língua, aceite os meus cumprimentos. Jorge Guedes
Não imaginava! Mas, devia… Toda a ganga de que se forra o analfabetismo vicejante vai sendo agasalhada com presteza por esses dicionários. (Do V.O.P. nem falo porque é catecismo da pior desgraça que fizeram ao idioma, que foi vendê-lo ao Brasil.) Parece que a regra é: se algum grasnante bolçou, é lídimo (imperativo categórico do haver de ser inclusivo); portanto, acrescente-se ao dicionário; e vem daqui por conseguinte que deva usar-se à discrição porquanto os dicionários até já caucionam. Soa a pescadinha de rabo na boca este vira da estupidez? Pois, que importa! Priberize-se a asneira! Infopeide-se-a!
Será o pós-português? Não é certamente o que aprendi na escola.
ResponderEliminarEste "oservador" é um espanto, a não ser que o piqueno atire fala à moda de Cascais.
ResponderEliminarCumpts.
Bic Laranja
ResponderEliminarAprecio sobremaneira a tenacidade com que desmascara a IGNORÂNCIA mas acredite que é "CLAMAR NO DESERTO".
Dizia meu saudoso Avô materno: "Dum alto pregar um sermão e lavar a cabeça a burros é perder o sabão !".
Se se prega um sermão num alto, muito afastado dos ouvintes, poucos serão os que o ouçam convenientemente: trabalho inglório.
Se se lavar a cabeça aos burros, como estes gostam de se espojar no pó, andarão sempre com a cabeça suja: outro trabalho inglório.
Também assim vejo o seu, por aqui.
Os anos ensinaram-me que a ignorância é como a erva daninha, nunca se elimina e tende sempre a multiplicar-se.
Bem sei. E bem sei que nada daquilo levará emenda. Contento-me com o desfastio que me dá.
ResponderEliminarCumpts.
Ele é à moda do recreio da escola. Se é em Cascais ou noutro subúrbio assim jeitoso pouca diferença fará.
ResponderEliminarCumpts.
É como se diz. De maneira que escrever «izército» é tão legítimo como «deceção» e, inclusivamente tão «umano» como «desseção», o que torna tudo democraticamente «incluzivo».
ResponderEliminarCumpts.
Boa noite!
ResponderEliminarCom efeito, não soa bem "destabilizar" mas está na maioria dos dicionários. Tanto o Dicionário da Porto Editora online (Infopédia) como o Priberam registam o vocábulo como sinónimo de "desestabilizar". Por síncope de "es" surgiu "destabilizar". O VOP também o registae aqui deixo o link: http://www.portaldalinguaportuguesa.org/index.php?action=lemma&lemma=33209
Sempre na defesa da Língua, aceite os meus cumprimentos. Jorge Guedes
Não imaginava!
ResponderEliminarMas, devia…
Toda a ganga de que se forra o analfabetismo vicejante vai sendo agasalhada com presteza por esses dicionários. (Do V.O.P. nem falo porque é catecismo da pior desgraça que fizeram ao idioma, que foi vendê-lo ao Brasil.)
Parece que a regra é: se algum grasnante bolçou, é lídimo (imperativo categórico do haver de ser inclusivo); portanto, acrescente-se ao dicionário; e vem daqui por conseguinte que deva usar-se à discrição porquanto os dicionários até já caucionam.
Soa a pescadinha de rabo na boca este vira da estupidez? Pois, que importa! Priberize-se a asneira! Infopeide-se-a!
Perdoe-me o desabafo!
Obrigado da estima!