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sábado, 16 de maio de 2020

Praça de Londres à tardinha

Praça de Londres, Lisboa (A. Pastor, 1974
Praça de Londres ao entardecer, Lisboa, 1974.
Artur Pastor, in archivo photographico da C.M.L.

12 comentários:

  1. Este monstro desfeiteou toda aquela zona. Quem teria sido o ignorante que o permitiu? Quem era na altura o (corrupto? oportunista?) presidente da Câmara de Lisboa?
    Maria

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  2. Ou A. Salvação Barreto ou o Gen. França Borges.
    A obra foi aprovada por 1958.
    Cumpts.

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  3. Curioso. Sabe se este Salvação Barreto era da família do Salvação Barreto que mais tarde casou com a Teresa Tarouca? Este liderou o grupo de forcados de(?) e quando casou com ela já não era novo. Ele entrou num filme de Hollywood (Quo Vadis?) fazia de gladiador e pegava um touro. De certeza que ambas as personagens eram da mesma família dado o apelido, mas pessoas diferentes, eu acho.
    Maria

    Nota: Se foi esse S.B. que autorizou a contrução daquele edifício horrendo, bem podia ter limpado as ãos à parede.

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  4. Fui ver agora. A descrição pormenorizada sobre o nascimento deste edifício (que continuo a considerar um aborto, desnecessário e altamente prejudicial destruindo a harmonia daquela Praça e muito admirada fiquei dele ter sido autorizado pelo governo de então) é brilhante e de muito agradecer a certamente trabalhosa pesquisa feita pelo autor. Eis um blogo informativo dedicado sobretudo (creio eu) ao urbanismo da Capital, extremamente bem concebido e melhor organizado, que merece todos os encómios.
    Maria

    Dei uma olhadela por mais algyns

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  5. O autor, o confrade José Leite é muito completo no que publica. Os Restos de Colecção são o melhor blogo de memórias portuguesas Do séc. XX.
    Cumpts.

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  6. Mandarinia19/5/20 08:42

    A foto é muito bonita especialmente no que toca à luz e seus efeitos.
    Claro que o mamarracho não ajuda mas está lá e por lá ficou (consta que obrigou a uma "entorse" quanto à abrangência da área de residência do Liceu Filipa de Lencastre, para que os funcionários respectivos lá pudessem por os filhos a estudar).
    Gostava era de poder conversar com amigas pousando a mala no chão, um pouco longe de mim, sem medo que a levassem. Mas isso já era pedir demais.

    Cumprimentos

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  7. Lembra-se dos abrigos dos autocarros? Há aqui de dois tipos; um daqueles antigos De cobertura em meia cana e um todo modernaço, a jeito de levar anúncios. Tinha ideia de estes serem do fim dos anos 70, que isto de vender o espaço público não é de antes. Mas, essas coisas já estavam a mudar no tempo de Marcello Caetano.
    Cumpts.

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  8. Mandarinia19/5/20 18:35

    Caro BIC,
    Olhos de falcão não falham. Bem haja.
    Confesso que a magia daquela mala despreocupadamente pousada tão longe da proprietária me tinha enfeitiçado ao ponto de não ter reparado nessa curiosa circunstância dos dois tipos de abrigos estarem lado a lado.
    Torna-se quase pungente como antes valíamos como pessoas que se encontravam na passageira situação de esperar por um autocarro, depois passámos a espectadores do permanente circo do consumo e, como tal, enquanto esperamos (seja pelo que for) vamos sendo influenciados para comprar. Acho que não há lugar no mundo que tenha escapado a esta mudança. Pela parte que me toca, preferia a Nazaré dos anos 50.
    Cumprimentos

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  9. Pois essa escapou-me a mim. Olhos de águia a i.
    Sábias palavras sobre o resto.
    Obrigado!

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  10. Não há publicações do Restos de Colecção, desde Dezembro do ano passado.

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