Este monstro desfeiteou toda aquela zona. Quem teria sido o ignorante que o permitiu? Quem era na altura o (corrupto? oportunista?) presidente da Câmara de Lisboa? Maria
Curioso. Sabe se este Salvação Barreto era da família do Salvação Barreto que mais tarde casou com a Teresa Tarouca? Este liderou o grupo de forcados de(?) e quando casou com ela já não era novo. Ele entrou num filme de Hollywood (Quo Vadis?) fazia de gladiador e pegava um touro. De certeza que ambas as personagens eram da mesma família dado o apelido, mas pessoas diferentes, eu acho. Maria
Nota: Se foi esse S.B. que autorizou a contrução daquele edifício horrendo, bem podia ter limpado as ãos à parede.
Fui ver agora. A descrição pormenorizada sobre o nascimento deste edifício (que continuo a considerar um aborto, desnecessário e altamente prejudicial destruindo a harmonia daquela Praça e muito admirada fiquei dele ter sido autorizado pelo governo de então) é brilhante e de muito agradecer a certamente trabalhosa pesquisa feita pelo autor. Eis um blogo informativo dedicado sobretudo (creio eu) ao urbanismo da Capital, extremamente bem concebido e melhor organizado, que merece todos os encómios. Maria
A foto é muito bonita especialmente no que toca à luz e seus efeitos. Claro que o mamarracho não ajuda mas está lá e por lá ficou (consta que obrigou a uma "entorse" quanto à abrangência da área de residência do Liceu Filipa de Lencastre, para que os funcionários respectivos lá pudessem por os filhos a estudar). Gostava era de poder conversar com amigas pousando a mala no chão, um pouco longe de mim, sem medo que a levassem. Mas isso já era pedir demais.
Lembra-se dos abrigos dos autocarros? Há aqui de dois tipos; um daqueles antigos De cobertura em meia cana e um todo modernaço, a jeito de levar anúncios. Tinha ideia de estes serem do fim dos anos 70, que isto de vender o espaço público não é de antes. Mas, essas coisas já estavam a mudar no tempo de Marcello Caetano. Cumpts.
Caro BIC, Olhos de falcão não falham. Bem haja. Confesso que a magia daquela mala despreocupadamente pousada tão longe da proprietária me tinha enfeitiçado ao ponto de não ter reparado nessa curiosa circunstância dos dois tipos de abrigos estarem lado a lado. Torna-se quase pungente como antes valíamos como pessoas que se encontravam na passageira situação de esperar por um autocarro, depois passámos a espectadores do permanente circo do consumo e, como tal, enquanto esperamos (seja pelo que for) vamos sendo influenciados para comprar. Acho que não há lugar no mundo que tenha escapado a esta mudança. Pela parte que me toca, preferia a Nazaré dos anos 50. Cumprimentos
Este monstro desfeiteou toda aquela zona. Quem teria sido o ignorante que o permitiu? Quem era na altura o (corrupto? oportunista?) presidente da Câmara de Lisboa?
ResponderEliminarMaria
Ou A. Salvação Barreto ou o Gen. França Borges.
ResponderEliminarA obra foi aprovada por 1958.
Cumpts.
V. aqui.
ResponderEliminarCumpts
Curioso. Sabe se este Salvação Barreto era da família do Salvação Barreto que mais tarde casou com a Teresa Tarouca? Este liderou o grupo de forcados de(?) e quando casou com ela já não era novo. Ele entrou num filme de Hollywood (Quo Vadis?) fazia de gladiador e pegava um touro. De certeza que ambas as personagens eram da mesma família dado o apelido, mas pessoas diferentes, eu acho.
ResponderEliminarMaria
Nota: Se foi esse S.B. que autorizou a contrução daquele edifício horrendo, bem podia ter limpado as ãos à parede.
Fui ver agora. A descrição pormenorizada sobre o nascimento deste edifício (que continuo a considerar um aborto, desnecessário e altamente prejudicial destruindo a harmonia daquela Praça e muito admirada fiquei dele ter sido autorizado pelo governo de então) é brilhante e de muito agradecer a certamente trabalhosa pesquisa feita pelo autor. Eis um blogo informativo dedicado sobretudo (creio eu) ao urbanismo da Capital, extremamente bem concebido e melhor organizado, que merece todos os encómios.
ResponderEliminarMaria
Dei uma olhadela por mais algyns
O autor, o confrade José Leite é muito completo no que publica. Os Restos de Colecção são o melhor blogo de memórias portuguesas Do séc. XX.
ResponderEliminarCumpts.
A foto é muito bonita especialmente no que toca à luz e seus efeitos.
ResponderEliminarClaro que o mamarracho não ajuda mas está lá e por lá ficou (consta que obrigou a uma "entorse" quanto à abrangência da área de residência do Liceu Filipa de Lencastre, para que os funcionários respectivos lá pudessem por os filhos a estudar).
Gostava era de poder conversar com amigas pousando a mala no chão, um pouco longe de mim, sem medo que a levassem. Mas isso já era pedir demais.
Cumprimentos
Lembra-se dos abrigos dos autocarros? Há aqui de dois tipos; um daqueles antigos De cobertura em meia cana e um todo modernaço, a jeito de levar anúncios. Tinha ideia de estes serem do fim dos anos 70, que isto de vender o espaço público não é de antes. Mas, essas coisas já estavam a mudar no tempo de Marcello Caetano.
ResponderEliminarCumpts.
Caro BIC,
ResponderEliminarOlhos de falcão não falham. Bem haja.
Confesso que a magia daquela mala despreocupadamente pousada tão longe da proprietária me tinha enfeitiçado ao ponto de não ter reparado nessa curiosa circunstância dos dois tipos de abrigos estarem lado a lado.
Torna-se quase pungente como antes valíamos como pessoas que se encontravam na passageira situação de esperar por um autocarro, depois passámos a espectadores do permanente circo do consumo e, como tal, enquanto esperamos (seja pelo que for) vamos sendo influenciados para comprar. Acho que não há lugar no mundo que tenha escapado a esta mudança. Pela parte que me toca, preferia a Nazaré dos anos 50.
Cumprimentos
Pois essa escapou-me a mim. Olhos de águia a i.
ResponderEliminarSábias palavras sobre o resto.
Obrigado!
Aí.
ResponderEliminarCumpts
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