Pois não. São coisa do fim dos anos 80, início dos 90. Muito airosos para pôr o ferrete da III.ª República numa obra do Estado Novo. Típico do poder esquerdóide. Quando a não podem destruir apropriam-se para ocultação da memória aos vindouros. Cumpts.
Que bela fotografia e que magnífica panorâmica de toda aquela área. Por pouco não se avista o prédio onde moraram os meus Pais (está ligeiramente tapado com os prédios do lado oposto da Avenida) e eu própria até à idade adulta. Edifício dos anos quarenta, ainda com reminiscências Art-Deco, que ficava/fica um pouco acima do Pão de Açucar. Maria
Essas vistas - que ainda conheci - perderam-se com o fecho da pista 35 (a 36, corrigida em tempos mais recentes a designação, em função das variações da declinação magnética).
Hoje é o Tango, um "taxiway"(caminho de circulação) e perdeu-se em Lisboa a única pista de facto alinhada com os ventos dominantes.
Coisas da aviação moderna. Nada que ver com a aeronáutica de antigamente; a que teve de pensar aeroportos e houve de os fazer, do nada, cá e no ultramar… Quiçá as vistas se tirem dalgum helicóptero do I.N.E.M. por ali transviado.
E dizer que praticamente nada disto existia antes do Dr. António de Oliveira Salazar entrar para o Governo de Portugal!!!.
Quanto aos mamarrachos inestéticos que adicionaram ao Instituto,e nada têm a ver com esta paisagem, tenho ideia que foram construídos à revelia da Câmara Municipal (ou assim se pronunciou, o então Presidente JS filho de MS). Muito gostaria de confirmar isto, através da leitura dos jornais coevos, mas onde está actualmente a "Hemeroteca"? Dizem que, no Verão, estes edifícios têm um consumo enorme de energia eléctrica por via dos potentes aparelhos de climatização aí instalados.
Os "governantes" de agora gostam muito de deixar a sua marca, para a posteridade, junto de um Monumento consagrado. Meus cumprimentos.
Boa, ainda não existiam os cubos cósmicos do Técnico.
ResponderEliminarPois não. São coisa do fim dos anos 80, início dos 90. Muito airosos para pôr o ferrete da III.ª República numa obra do Estado Novo. Típico do poder esquerdóide. Quando a não podem destruir apropriam-se para
ResponderEliminarocultação da memória aos vindouros.
Cumpts.
É exactamente como diz. Pulhas.
ResponderEliminarQue bela fotografia e que magnífica panorâmica de toda aquela área.
Por pouco não se avista o prédio onde moraram os meus Pais (está ligeiramente tapado com os prédios do lado oposto da Avenida) e eu própria até à idade adulta. Edifício dos anos quarenta, ainda com reminiscências Art-Deco, que ficava/fica um pouco acima do Pão de Açucar.
Maria
Essas vistas - que ainda conheci - perderam-se com o fecho da pista 35 (a 36, corrigida em tempos mais recentes a designação, em função das variações da declinação magnética).
ResponderEliminarHoje é o Tango, um "taxiway"(caminho de circulação) e perdeu-se em Lisboa a única pista de facto alinhada com os ventos dominantes.
Costa
Coisas da aviação moderna. Nada que ver com a aeronáutica de antigamente; a que teve de pensar aeroportos e houve de os fazer, do nada, cá e no ultramar…
ResponderEliminarQuiçá as vistas se tirem dalgum helicóptero do I.N.E.M. por ali transviado.
Se o avião viesse uns metros mais alto e via-se. Talvez se ache.
ResponderEliminarCumpts.
E dizer que praticamente nada disto existia antes do Dr. António de Oliveira Salazar entrar para o Governo de Portugal!!!.
ResponderEliminarQuanto aos mamarrachos inestéticos que adicionaram ao Instituto,e nada têm a ver com esta paisagem, tenho ideia que foram construídos à revelia da Câmara Municipal (ou assim se pronunciou, o então Presidente JS filho de MS).
Muito gostaria de confirmar isto, através da leitura dos jornais coevos, mas onde está actualmente a "Hemeroteca"?
Dizem que, no Verão, estes edifícios têm um consumo enorme de energia eléctrica por via dos potentes aparelhos de climatização aí instalados.
Os "governantes" de agora gostam muito de deixar a sua marca, para a posteridade, junto de um Monumento consagrado.
Meus cumprimentos.
Assim é. Disse praticamente tudo.
ResponderEliminarCumpts.