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sábado, 7 de dezembro de 2019

D.ª Ângela (Frau Merkel) põe ferrete eterno nos alemães

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Ela lá sabe. (Observador, 6/XII/19.)

4 comentários:

  1. Desgraçado do Camões, não deve fazer mais nada do que dar voltas no túmulo.
    Cumprimentos!

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  2. Por muito graves que tais crimes tenham sido - e estes foram-no indubitavelmente -, os mesmos são inseparáveis, sim, de um dado período da história da Alemanha decorrido entre 1933 e 1945 e não da identidade de todo um povo com uma história várias vezes secular, a menos que quem profere esta afirmação pretenda cometer o absurdo e a monstruosidade moral de imputá-los a quem viveu antes ou depois daquele período e nenhuma intervenção neles teve ou podia sequer ter. Mas de Merkel, globalista empedernida, é sempre de esperar o pior: a mesma poder ter saído da Alemanha dita Democrática, mas a Alemanha dita Democrática e os seus métodos não saíram dela. E já agora, que variantes - e que variantes mesmo! - se poderiam obter com tão retorcida lógica merkeliana...

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  3. É isso mesmo. A dama, sem linhagem, prega um ferrete de ignomínia eterno à sua nação, excluindo-se implìcitamente assim numa falsíssima modéstia redentora, o que é muito feio.
    Cumpts.

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  4. Trabalha-se na Pátria do Vate por fabricar um crioulo qualquer. Agramático e estrangeirado.
    Revolucionáro e «chic» a valer!
    Cumpts.

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