Se não me engano, aos 01:11, o autocarro 13 passa pela antiga estação da CP de Campolide. O edifício central da estação tinha ainda algo das suas congéneres da província (ficou fotografado na capa de um LP do Sérgio Godinho). Havia um caminho que partia de cima, da Av. Gulbenkian e seguia, por entre arvoredo, até desembocar no muro por onde o autocarro passa. Havia ainda umas casas do outro lado (uma delas, murada e com dois pisos). Tudo foi arrasado para dar lugar à megalómana estação da Fertagus.
Desde a feitura do caminho de ferro que o belo vale de Campolide tem sido atulhado de progresso. O mesmo que às vezes engole autocarros. O caminho entre arvoredos não seria a Rua Engº Ferreira Mesquita? Cumpts.
Sim. Na rua que sobe para o Bairro da Serafina, aquele bólido amarelo. E na Av. de Ceuta vai um feito Fitipaldi meio desembestado que não sei se não se espetou... Cumpts.
Se não me engano, aos 01:11, o autocarro 13 passa pela antiga estação da CP de Campolide. O edifício central da estação tinha ainda algo das suas congéneres da província (ficou fotografado na capa de um LP do Sérgio Godinho). Havia um caminho que partia de cima, da Av. Gulbenkian e seguia, por entre arvoredo, até desembocar no muro por onde o autocarro passa. Havia ainda umas casas do outro lado (uma delas, murada e com dois pisos). Tudo foi arrasado para dar lugar à megalómana estação da Fertagus.
ResponderEliminarE quase assistíamos a um acidente de trânsito.
ResponderEliminarBelíssima descoberta!
Abraço
Desde a feitura do caminho de ferro que o belo vale de Campolide tem sido atulhado de progresso. O mesmo que às vezes engole autocarros.
ResponderEliminarO caminho entre arvoredos não seria a Rua Engº Ferreira Mesquita?
Cumpts.
Sim. Na rua que sobe para o Bairro da Serafina, aquele bólido amarelo.
ResponderEliminarE na Av. de Ceuta vai um feito Fitipaldi meio desembestado que não sei se não se espetou...
Cumpts.