Portugal está em voga. Em Agosto, o mês das colecções em Paris, o costureiro Louis Ferand [i.é, Féraud] apresentou este modelo a que deu o título «Madeira», apresentado pelo manequim Catherine Prou. (Inter TAP, n.º 14-15, 2.º Semestre — 1965)
Tem toda a razão. A semana passada vi no AXN Black, por sugestão de Quentin Tarantino, o filme Hammerhead que foi quase todo filmado em Portugal. Vemos Lisboa, Estoril e Cascais nos vibrantes anos 60. Há muito tempo que estamos na moda.
O que já virou moda na trap (trapalhadas aéreas portuguesas),não confundir com a TAP desta reportagem, foram os preços exorbitantes para ligar Lisboa ao Funchal (236€ só ida) e os atrasos usuais, como na pretérita 3ªfeira, com o voo das 18,45 cujo embarque se fez às 18,50 e saída quase às 20,00. Para não falar do antigo Aeroporto da Portela, agora rebaptizado de centro comercial (o que já é mau) general coca-cola (o que piora). Cumprimentos. JCB
Como tudo o que sobrevive ou sobreviveu ao grande acidente nacional. Trapalhadas e pilhagem. Ou vice-versa, mesmo para os que haja em sentido contrário…
O realizador é brasileiro. Nascido em França, mas brasileiro. O filme foi pago pela TAP, creio. E ganhou um prémio num festival qualquer em 1968 ou 69. Cumpts.
Já lhe tinha respondido, mas não sei se o compreendo. Respondo doutra maneira. Conluios sobre o Eng.º Vaz Pinto? Que conluios?
O Eng.º Vaz Pinto esteve na T.A.P. de 57 a 73, salvo erro, com um intervalo de fins de 68 a 70, em que foi Ministro de Estado no Governo do Prof. Marcello Caetano. A expansão da T.A.P. nesses anos foi se como nunca viu: enorme, ponderada e sólida. (Talvez se pudesse ver agora, mas, estes são outros tempos, em que tudo se faz depressa e, mal; se tiver de estourar estoura mesmo.)
Sobreviveu ao fassismo?!… — Não entendo o que quere dizer. Quere V. dizer que era como certos trampolineiros como o Veiga Simão? Não era.
Depois da T.A.P. foi presidente da Shell. Faleceu em 1976. O seu busto lá está, no átrio da sede, no aeroporto da Portela, sem vulto que o ensombre.
Caro BIC,
ResponderEliminarTem toda a razão.
A semana passada vi no AXN Black, por sugestão de Quentin Tarantino, o filme Hammerhead que foi quase todo filmado em Portugal. Vemos Lisboa, Estoril e Cascais nos vibrantes anos 60.
Há muito tempo que estamos na moda.
Cumprimentos
O que já virou moda na trap (trapalhadas aéreas portuguesas),não confundir com a TAP desta reportagem, foram os preços exorbitantes para ligar Lisboa ao Funchal (236€ só ida) e os atrasos usuais, como na pretérita 3ªfeira, com o voo das 18,45 cujo embarque se fez às 18,50 e saída quase às 20,00. Para não falar do antigo Aeroporto da Portela, agora rebaptizado de centro comercial (o que já é mau) general coca-cola (o que piora). Cumprimentos. JCB
ResponderEliminarDesconhecia. Hei-de procurar.
ResponderEliminarTambém gostaria de ver este, que não acho. Sei que é sobre Portugal, do Minho a Timor. Talve por isso…
Cumpts.
Como tudo o que sobrevive ou sobreviveu ao grande acidente nacional. Trapalhadas e pilhagem. Ou vice-versa, mesmo para os que haja em sentido contrário…
ResponderEliminarCumpts.
Obrigada. Vou procurar esse que sugeriu mas sendo francês não se afigura tarefa fácil.
ResponderEliminarCumprimentos
O realizador é brasileiro. Nascido em França, mas brasileiro.
ResponderEliminarO filme foi pago pela TAP, creio. E ganhou um prémio num festival qualquer em 1968 ou 69.
Cumpts.
Nestas e noutras novidades falta explicar o que é ocultado por todos. O BIC também está afastado dos conluios: é, tão só uma pessoa de escrivaninha.
ResponderEliminarO Eng Vaz Pinto chefia a TAP desde 1961 ou 62. No maldito tempo do fássismo. E sobreviveu a ele...
Era «o nosso presidente» nas publicações da TAP que são mostradas neste blog.
cumps, à moda da casa.
Já lhe tinha respondido, mas não sei se o compreendo.
ResponderEliminarRespondo doutra maneira.
Conluios sobre o Eng.º Vaz Pinto? Que conluios?
O Eng.º Vaz Pinto esteve na T.A.P. de 57 a 73, salvo erro, com um intervalo de fins de 68 a 70, em que foi Ministro de Estado no Governo do Prof. Marcello Caetano. A expansão da T.A.P. nesses anos foi se como nunca viu: enorme, ponderada e sólida.
(Talvez se pudesse ver agora, mas, estes são outros tempos, em que tudo se faz depressa e, mal; se tiver de estourar estoura mesmo.)
Sobreviveu ao fassismo?!… — Não entendo o que quere dizer. Quere V. dizer que era como certos trampolineiros como o Veiga Simão?
Não era.
Depois da T.A.P. foi presidente da Shell. Faleceu em 1976. O seu busto lá está, no átrio da sede, no aeroporto da Portela, sem vulto que o ensombre.