O primeiro autocarro de dois pisos da Carris... na carreira do aeroporto.
![Autocarro nº 201, o primeiro de dois pisos a integrar a frota da Carris, Praça do Areeiro, post 1947. António Ventura, História da C.C.F.L. (1946-2006), v. 3, Carris e A.P.H., Lisboa, [2008], p. 115. Autocarro nº 201, o primeiro de dois pisos a integrar a frota da Carris, Praça do Areeiro, post 1947. António Ventura, História da C.C.F.L. (1946-2006), v. 3, Carris e A.P.H., Lisboa, [2008], p. 115.](https://fotos.web.sapo.io/i/ofe02518a/1745022_oazDB.jpeg)
Autocarro n.º 201, Praça do Areeiro, post 1947.
António Ventura, in História da C.C.F.L. (1946-2006), v. 3, Carris e A.P.H., Lisboa, [2008], p. 115.

II-13-09, n.º de frota 201 da Carris, Aeroporto da Portela, post 1947.
António Passaporte, in archivo photographico da C.M.L.
Deliciosas fotografias estas.
ResponderEliminarJá se reparou na segurança total que existia em Portugal por estas alturas? Quem a viveu sabe que era exactamente assim. A sebe de arbustos que separava a rua da Pista do Aeroporto tinha a altura dos joelhos dos veraniantes que observavam os aviões, como se constata na foto. Seria possível sequer imaginar esta paz e felicidade em que viviam os portugueses após o golpe de Abril? Claro que não.
ResponderEliminarFoi a partir dessa altura que se perdeu completamente a segurança, a paz e a alegria. Os 'grandes democratas' abriram as portas do País de par em par, permitindo a entrada de todas as redes de criminosos que quisessem cá instalar-se para robar, matar, assaltar, traficar e o que mais lhes apetecesse fazer, sem serem mìnimamente incomodados.
E eles fizeram isso sem mais aquelas, levando ao estado deplorável em que política, económica, cívica e moralmente se encontra o País e simultâneamente à insegurança, medo, tristeza, infelicidade e perda da alegria de viver dos portugueses a partir desse malfadado dia e que se tem prolongado até aos dias de hoje.
Todos foram taidores. Pelo mal que fizeram ao País e ao Povo mereciam prisão perpétua.
Maria
Era mesmo outro mundo... E o Areeiro não tinha a estátua medonha que lá depositaram.
ResponderEliminarLeia-se "roubar" e não 'robar'.
ResponderEliminarMaria
Empreendendo na questão, tomo o caso como maui um da apropriação democrática da obra alheia.
ResponderEliminarO feudo esquerdóide em que tornaram a Alameda grita-o à saciedade.
Com a ponte e com o aeroporto vemos o expoente máximo da praxis.
Cumpts.
A vida era diferente. Mas, eram outros tempos, de facto.
ResponderEliminarCumpts.
Também acho fascinantes.
ResponderEliminarCumpts.
Tem razão. O exemplo dado por si da Alameda é, de facto, flagrante.
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