| início |

sábado, 10 de novembro de 2018

II-13-09, n.º de frota 201

O primeiro autocarro de dois pisos da Carris... na carreira do aeroporto.


Autocarro nº 201, o primeiro de dois pisos a integrar a frota da Carris, Praça do Areeiro, post 1947. António Ventura, História da C.C.F.L. (1946-2006), v. 3, Carris e A.P.H., Lisboa, [2008], p. 115.
Autocarro n.º 201, Praça do Areeiro, post 1947.
António Ventura, in História da C.C.F.L. (1946-2006), v. 3, Carris e A.P.H., Lisboa, [2008], p. 115.


II-13-09, Aeroporto da Portela (A. Passaporte, post 1947)
II-13-09, n.º de frota 201 da Carris, Aeroporto da Portela, post 1947.
António Passaporte, in archivo photographico da C.M.L.

8 comentários:

  1. Já se reparou na segurança total que existia em Portugal por estas alturas? Quem a viveu sabe que era exactamente assim. A sebe de arbustos que separava a rua da Pista do Aeroporto tinha a altura dos joelhos dos veraniantes que observavam os aviões, como se constata na foto. Seria possível sequer imaginar esta paz e felicidade em que viviam os portugueses após o golpe de Abril? Claro que não.

    Foi a partir dessa altura que se perdeu completamente a segurança, a paz e a alegria. Os 'grandes democratas' abriram as portas do País de par em par, permitindo a entrada de todas as redes de criminosos que quisessem cá instalar-se para robar, matar, assaltar, traficar e o que mais lhes apetecesse fazer, sem serem mìnimamente incomodados.

    E eles fizeram isso sem mais aquelas, levando ao estado deplorável em que política, económica, cívica e moralmente se encontra o País e simultâneamente à insegurança, medo, tristeza, infelicidade e perda da alegria de viver dos portugueses a partir desse malfadado dia e que se tem prolongado até aos dias de hoje.

    Todos foram taidores. Pelo mal que fizeram ao País e ao Povo mereciam prisão perpétua.
    Maria

    ResponderEliminar
  2. Mandarinia14/11/18 18:49

    Era mesmo outro mundo... E o Areeiro não tinha a estátua medonha que lá depositaram.

    ResponderEliminar
  3. Leia-se "roubar" e não 'robar'.
    Maria

    ResponderEliminar
  4. Empreendendo na questão, tomo o caso como maui um da apropriação democrática da obra alheia.
    O feudo esquerdóide em que tornaram a Alameda grita-o à saciedade.
    Com a ponte e com o aeroporto vemos o expoente máximo da praxis.

    Cumpts.

    ResponderEliminar
  5. A vida era diferente. Mas, eram outros tempos, de facto.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  6. Também acho fascinantes.
    Cumpts.

    ResponderEliminar
  7. Tem razão. O exemplo dado por si da Alameda é, de facto, flagrante.

    ResponderEliminar