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domingo, 21 de outubro de 2018

Lisboa

Porto de Lisboa (J.F. Bromley, 29/9/1967)
Largo Rodrigues de Freitas
, Lisboa, 1967.

John F. Bromley, Lisboa: diapositivos 1962–2004, in Flickr.

4 comentários:

  1. Mandarinia25/10/18 15:38

    No final dos anos 80 ouvia no bairro da Graça as senhoras orgulhosas a dizerem às vizinhas que os filhos não iam ficar "ali". Já tinham boas casas no Cacém. Hoje isto faz as delícias dos turistas e agora também os portugueses querem voltar. Suponho que o Cacém azedou.

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  2. É verdade! O Cacém teve esse «chic» de modernidade de subúrbio…
    Essas «boas casas» diziam-se «andares». Ao depois começaram a dizer-se «apartamentos», mais ou menos a partir do «Dancin' Days» ou isso.
    Cumpts.

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  3. Mandarinia27/10/18 18:44

    Exacto, os andares que passaram a apartamentos. A modernidade bacoca que chegava pelo Brasil e que por sua vez derivava (em má tradução) dos americanos. As novelas foram um excelente veículo. As "produções independentes" eram as que queriam ter filhos sem o "fardo" de ter marido (esta expressão também veio de uma novela mas já não me recordo de qual). Segundo ouvi dizer, a Globo já anda a fazer novas versões dessas novelas antigas, pelos vistos a modernidade já se lhes esgotou e agora serve-se requentada.

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  4. Em finais de 2004, princípios de 2005, exerci transitoriamente as minhas funções profissionais no Cacém, em substituição de um colega. Para mim, passou a ser um sítio inolvidável pela negativa, pois não me recordo de haver trabalhado noutro local tão triste quanto feio, ao qual a denominação de "subúrbio", no sentido mais pejorativo dessa palavra, assente tão plenamente.

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