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sábado, 4 de agosto de 2018

Os 44º de 4 Agosto do ano 18

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 Se a máxima hoje chegou aos 44º bateu os 43º medidos na Portela em Junho de 1981. Passa a novo record na capital. Esses 43º foram igualados não sei já se logo em Julho de 81, mas, de certo ao depois por algumas vezes; não vou agora ver da estatística dele… Isto oficialmente, claro, não contando medições particulares.


 Já agora, por 81 e de Julho desse ano, vem-me a lembrança do Verão da Fórmula 1, do Zé e do Pedro e do Jaime e, com ele, aquela história do Zé Laranjeira, recordada em presente histórico que me foi há tempos pelo Jaime:



 Julho infernal, nós a regressarmos da piscina, encontramos o Laranjeira e a sua cabeleira encaracolada à porta do Príncipe Ibor:
— Zé, amanhã estamos a combinar ir até à praia, alinhas?
— Praia? Agora? Nesta altura? Isto não é tempo de praia. Praia para mim é em Agosto!



 Estamos em Agosto; hoje a ideia fixa do Zé Laranjeira não lhe daria ângulo para não ir à praia. Talvez tenha ido… Já eu, hoje, a caloraça «de derreter os untos» apanhou-me a dormir a sesta; nem dei pelo record. Fica só o registo em prosa do que foi hoje e do que já houvera sido.

2 comentários:

  1. No tal do ar e do mar (esqueceram-se que há terra) os disparates são diários.

    Em 1861 surgiu o Observatório da Tapada, oficialmente designado por Observatório Astronómico de Lisboa. Após análise de vários locais, decidiu-se pelo sítio conhecido por Alto da Eira Velha, na Tapada da Ajuda, então pertencente à Casa Real.
    Passou a pertencer à Universidade de Lisboa com a extinção do INIC em 1992, e foi integrado na Faculdade de Ciências por deliberação do Senado Universitário em 20.Out.94 — vejam lá...
    Nesta Tapada da Ajuda nasceu o primeiro serviço meteorológico com regras: v.g., a temperatura era medida um metro acima dum solo relvado, na sombra de árvores nativas.

    Claro que na Portela de Sacavém a temperatura será sempre mais elevada do que no Cais do Sodré ou em Belém. Os actuais (responsáveis?) do tal do ar e do mar, só apreciam os 'alertas' — mesmo que sejam verdes... É a sua vã glória.

    Existe uma Organização Mundial de Meteorologia, criada pela Onu e sediada em Genève (tinha que ser). Diariamente, quase todos os países da Onu enviam para lá, os dados das suas estações meteorológicas. Em troca, recebem os dados ali colectados, incluindo os de várias redes de satélites.

    Assim o tal do 'ar e do mar' tem os mesmos dados que centenas de profissionais doutros locais por este mundo fora. O tal dá-lhes tratamento e interpretação que me envergonham.

    Para mim, uso:
    Inst. Sup. Técnico. Em:
    http://meteo.tecnico.ulisboa.pt/forecast/resume

    Norge Meteo Institute. Em:
    http://www.yr.no/place/Portugal/Lisboa/Lisbon/

    Time and Date. Em:
    http://www.timeanddate.com/weather/portugal/lisbon

    Claro que neles tem-se a possibilidade de consultar outros locais. Mas o IST só dá o Continente e as Ilhas.
    O Time and Date tem a possibilidade de informar sobre algum passado.
    Claro que tem que se aprender como navegar em cada um.

    Perdoem o longo texto.
    ea

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  2. Agradeço o seu comentário. Deveras interessante e com boas remissões a explorar.
    Cumpts.

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