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segunda-feira, 16 de abril de 2018

HCESAR

Máquina de escrever, Messa (M. Novais, s.d.)


Máquina de escrever, Messa, [s.d.]
Mário de Novais, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.

9 comentários:

  1. Muito boa ideia e imagem.

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  2. Lembrou-me ao ver a fotografia.
    Cumpts.

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  3. Que engraçado, cheguei a escrever numa máquina dessas, mas por pouco tempo. Logo a seguir puseram-me uma AZERT à fente, teclado este muito do meu agrado (o anterior teclado era-me estranho e mais difícil de decorar) em que também teclei, mas por pouco tempo. Depois, o meu emprego seguinte, temporário, não tinha nada que ver com máquinas de escrever.

    Um pouco mais tarde, noutro emprego também temporário, voltei à minha conhecida Azert e novamente por pouco tempo. A seguir fui para aquele maravilhoso emprego de que já lhe falei. E foi aí que larguei de vez as máquinas de escrever. Na verdade já estava um bocado farta.

    Curiosamente, após tanto tempo de as ter abandonado, não é que desde há vários anos voltei a bater em teclas mas desta vez de um pc. Imagine-se!, nunca pensei em tal coisa.

    Agora, porém, este teclado é muito outro. E também me diz mais. Tem múltiplas aplicações e é de muito mais fácil manejo (à falta de melhor substantivo). Com ele já criei um hábito saudável impossível de abandonar. É bem agradável para passar o tempo e sobretudo para ler o que escreve gente inteligente.

    E, hélas!, finalmente já não bato nas teclas por obrigação mas por devoção:)
    Maria

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    azert poiuy azert poiuy azert poiuy azert poiuy
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    Instruí-me em dactilografia (Práticas Administrativas era o nome modernaço que davam à disciplina) no tempo do liceu. Na antiga Lusitânia já transformada em escola secundária. — Bem mal afamada nesse tempo...
    O pouco que pratiquei num teclado HCESAR pude constatar que era muito mais adaptado ao Português. Mas, como em tudo e hoje cada vez mais, o internacional é que dá cartas. Quando não o amaricano.
    Cumpts.

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  5. Claro! Com as democracias é assim. Além dos 'américas' se considerarem os polícias do mundo desde há muitas décadas, são eles que ditam as regras e todas as modas, das mais inofensivas às mais abjectas. E todas para serem adoptadas e seguidas àletra pelas restantes democracias do Planeta. E ai dos respectivos governantes-fantoche que as não sigam..., estão bem tramados. Tem havido ao longo dos tempos inúmeros exemplos bem conhecidos disto mesmo.
    Maria

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  6. Leia-se "à letra"
    Maria

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  7. Também tive essa disciplina (Práticas Administrativas) no Liceu. Na Dª Maria I ao fundo da Calçada do Combro. O meu caro amigo Bic Laranja tem uma bela máquina ... do tempo.

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  8. A minha mãe tem uma dessas na casa dela e eu ainda escrevi nela.

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