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segunda-feira, 5 de fevereiro de 2018

Eléctrico da Graça

Eléctrico da Graça, Rua da Palma (M. Novais, s.d.)
Eléctrico da Graça, Rua da Palma, [s.d.].
Mário de Novais, in bibliotheca d' arte da F.C.G.

17 comentários:

  1. Valdemar Silva6/2/18 13:30

    Que bela fotografia.
    Na paragem de eléctrico do Socorro, num dia de claridade, nos finais dos anos 40 do século passado.
    Uns com pressa de chegar, outros que já chegaram mas sem pressa nenhuma de sair dali.
    A Rua da Palma com grande movimento de trânsito, bem diferente da Rua José Falcão, com um VW de 1964, sem movimento de trânsito e sem carros estacionados.
    Valdemar Silva

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  2. Bons tempos inspiram bons comentários.

    Mas a matrícula do VW, cuido, é de 1955/56, quando a 1.ª série de números é que marcava o ano.

    Cumpts.

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  3. Valdemar Silva6/2/18 21:16

    Tem razão.
    Vendo bem o VW, para-choques com escudetes e estribos, e os outros modelos de automóveis, a fotografia deve ser c. 1960.

    Cumpts.
    Valdemar Silva

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  4. A fotografia é quase de certeza do Inverno de 56/57; Dezembro ou Janeiro.
    Cumpts.

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  5. Valdemar Silva8/2/18 17:49

    Não sei se Mário Novais chamaria a esta fotografia 'Bons Tempos'. Mas, sabe se lá o que o Mário Novais quis fotografar: as dificuldades de chegar a casa depois de um dia de trabalho; as dificuldades de chegar, contar uns trocos e esperar para sair dali.
    Sou de opinião que M. Novais lhe chamaria: 'Tempos difíceis de chegar e difíceis de esperar', ou, talvez, dele 'Tempos à pendura'.
    Valdemar Silva

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  6. Novais quis fotografar um dia de sol radioso para evidenciar a longa noite. Agora vejo.
    Que raio de ideia aquela minha: duma bela fotografia, e dum saudoso comentário; bons tempos !
    Fassismo ! Isso sim.
    Tristeza!...

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  7. Valdemar Silva8/2/18 20:48

    Não vá nesse eléctrico, nem, sequer, as linhas existem, apenas dias de bom tempo (quando não chove).
    Essa da longa noite e do 'ismo' é fracota.

    Valdemar Silva




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  8. Quere dizer que foi em cheio.

    Novais apenas fotografou um eléctrico apinhado. Se pensou mais além foi em captá-lo de pressa, para não perder a scena. Até a chapa lhe saiu tremida. Aí tem o tempo (fugaz) e dificil (de fixar).

    Esta noute dão chuva, mas àmanhã cantará...

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  9. Anónimo9/2/18 15:49

    Chiça. Vomeces nam se cansam de falar nisso do facismo!

    Quanto à foto, reparo na senhora, de pé, a contar os tostões e o homem sentado na mala.
    Já o Eléctrico, não arranca dali, o guarda-freios (?) está atento...

    Zé das Caldas

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  10. Não fui eu.
    V. devia mudar de nome.

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  11. Mas os parágrafos do meio estão bons.

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  12. Tem razão.
    Agradeço a opinião: vou mudar o nome!
    Bem me parecia que não era grande coisa...
    Bom fim de semana.
    ex-Zé das Caldas

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  13. V. Parece o José Merda. Quando percebeu que tinha um nome feio mudou para João Merda.
    Desemerde-se, criatura!

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  14. Pois.
    Mas, no presente caso, não há, nunca houve, qualquer Merda - tão pouco o Zé, que já não existe. Um dia quando aqui aparecer algum escrito sobre a cidade das Caldas da Rainha e que refira o RI 5, da década de 60,
    voltarei a entrar na conversa, para explicar a razão do nome e falar do tema.
    Até sempre.

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  15. Assanhou-se?! Tão espirituoso parecia...

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  16. Caro Bic
    Está enganado.
    Apesar do assanhamento não fazer parte da minha pessoa, não há motivo para tal.
    Mas, fico com a ideia de que não entendeu o que eu quis dizer , quanto ao nome que acabou por originar este dialogo.

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  17. Melhor.
    Não. Não entendi. Se lhe aprouver, explique.
    Cumpts.

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