Haverá na imprensa cá do burgo (ou será borough) jornalista cosmopolita, licenciado de aviário ou gentio vulgar de Lineu capaz de, naturalmente, chamar Ponte de Londres à Ponte de Londres? Ou será demasiado simplório?
[Nova] Ponte de Londres, Londres, c. 1890-1900.
Edição da Companhia Editora de Detroit, 1905, in Biblioteca do Congresso dos E.U.A.
"London Bridge" é chique a valer!
ResponderEliminarEm adolescente, dizia-se «o fado é que induca e a bola é que instruca».
ResponderEliminarOra aprende e elimina.
Cumps, tão a seu gosto...
Chic a valer!
ResponderEliminar;)
Cumpts.
Já lho certa vez disse: perdigotos e excreções que se lhe soltam do estojo vão sendo aqui tão livres e democráticas como a asneira. Mas não abuse.
ResponderEliminarQue linda gravura. Não parece ser pintura e menos ainda aguarela. Eu que pinto umas coisas adorei esta imagem. Volta e meia venho aqui revê-la. O que me admirou imenso foi o número incrível de carroças(?) e de outros meios precários de transporte para levar mantimentos. A ponte está literalmente pejada de ambos! Quer dizer que este amontoado de carroças e gente a atravessar a ponte se terá verificado por alturas da data em que foi feita a gravura que as reproduz, isto calculo eu.
ResponderEliminarMaria
Cuido que seja photographia colorida à mão: um engarrafamento na Ponte de Londres no tempo do Sherlock Holmes.
ResponderEliminarCumpts.
Curioso. Pois será.
ResponderEliminarMaria