Alvalade no dealbar dos anos 50. Alvores da Avenida da Igreja, antes da própria igreja de S. João de Brito (inaugurada em 1955).
Três vistas para lá, uma para cá. Numas o horizonte ganha-se na cumeada além da Av. do Aeroporto (quintas da Graça e Belmonte); noutra perde-se contra o Hospital de Santa Maria, em últimos preparos ou acabado de inaugurar (1952). Um autocarro que vai, outro que vem; um táxi; gente que passa, gente que está -- e um vendedor de sorvetes, será? -- Amplos ares de Alvalade para sorver também, porque entretanto...
Fotografias: estúdio de Horácio de Novais, in Bibliotheca de Arte da F.C.G..
Nat King Cole, Smile
(Publicado originalmente em 7/6/2010 aos 21 para as 10 da noite.)
Bom dia,
ResponderEliminarO Bic Laranja está novamente em destaque nos Blogs do SAPO, em http://blogs.sapo.pt
Boa continuação!
Pedro
Grato pelo apreço. É muito simpático.
ResponderEliminarCumpts. :)
As fotos sao muitos lindas!
ResponderEliminarTirando a ditadura era qualidade de vida...
ResponderEliminarMérito do fotógrafo. Sorte a nossa.
ResponderEliminarCumpts.
Vossemecê atormenta-se desnecessariamente. Desfrute das imagens, se lhe agradam.
ResponderEliminarCumpts.
boas fotos..
ResponderEliminarhttp://forcanamaionese.com
http://forcanamaionese.blogspot.com
ResponderEliminarDizer as verdades é ser atormentado? Então sou um ser atormentado, e hoje vou começar mais um blogue com as aventuras do embaixador de Portugal na Tugólândia.
ResponderEliminarComeça logo no dia 10 de Junho, LINDO :-))
Se ver ditadura nestas imagens não é atormentar-se então calo-me.
ResponderEliminarCumpts.
está tudo estrago agora como a mnha vida ficou de a dois das para cá depois do incêndio da pensão da rua da palma, fui uma das v´timas
ResponderEliminarLamento.
ResponderEliminarMas vá. Ânimo!
tenho alojamento até segunda depois não sei
ResponderEliminarPara além de se constatar que está frio, que as árvores ainda eram piquininas " e que os magalas se passeavam nas ruas, admira-me descobrir a largura desta avenida. É que hoje, e com a quantidade de carros estacionados em primeira, segunda e, por vezes, terceira fila, sobra uma faixa de rodagem útil.
ResponderEliminarÉ verdade: se nunca conheci o descampado onde agora se ergue a igreja, fui frequentador em tempos de estudante de ciclo e de liceu, do café Astória , ali mesmo no cantinho.
Tal como daquele outro, aqui não visivel , Nova Bagdad de seu nome, que todos os dias de manhãzinha dava (de borla mesmo) os bolos que haviam sobrado de véspera à garotada que fazia fila antes de abrir as portas.
Os carros encolhem a cidade, de facto.
ResponderEliminarGrato pelo testemunho. Cumpts.
Não sei que lhe diga...
ResponderEliminarÉ interessante como as duas primeiras fotos mostram o lado "rico" da avenida e as duas últimas o seu lado "pobre". A harmonia que tranparece nas imagens era real. Os "ricos" e os "remediados" viviam paredes meias numa zona nobre da cidade, sem os mêdos, a "pindériquice" e as políticas erradas que levaram uns para os "bunker" dos condomínios privados e os outros para os "guettos" dos bairros sociais e para desastosas urbanizações periféricas.
ResponderEliminarA.v.o.
Dou-lhe um conselho amigo, active o seu moderador de comentários.
ResponderEliminarAssim evita insinuar que quem não vê o mundo da mesma forma que você, tenha problemas do foro psicológico.
Aliás era uma coisa corrente nos anos 50.
Ops erro meu, nos anos 50 não havia ditadura, aliás o bairro de Alvalade até foi feito para os pobrezinhos. Ainda hoje é bairro social...
Não julgo as pessoas pelas suas palavras, mas pelos seus actos...
Obrigado e até sempre...
Cumpts. :)
ResponderEliminarMuitíssimo bem observado. O procedimento foi praticado até aos anos 60 - veja os Olivais - depois a moda, ou sei lá o quê, deu no que sabemos.
ResponderEliminarCumpts.
Que paz e que vontade de poder passear por essa Alvalade!
ResponderEliminarCusta não ser possível.
ResponderEliminarCumpts.
Concordo.
ResponderEliminarOra aí está o Café Astória, ao contrário de outra publicação do Lisboa de Antigamente, que na sua publicação faz referência a este café, e apresenta imagens do Nova Bagdad.
ResponderEliminarObrigado do seu comentario!
ResponderEliminarO cavalheiro lá da «Lisboa de Antigamente» é bocado trapalhão.
Além de plagiador descarado.
Um pobre diabo.
Cumpts.