A Caixa Geral de Depósitos teve prejuízos tóricos — ouvi no noticiário da T.S.F. às 2h00 da tarde.
Se são os prejuízos tóricos, já a roubalheira tem ela linhagem ancestral...
Agradeço o informe da novidade antiga ao confrade A.C., da Paixão por Lisboa.
Voltei a activa depois de uma breve experiência universitária.... E pelo que vejo do seu artigo os males da CGD já têm barbas
ResponderEliminarA ganâncida tem barbas.
ResponderEliminarBem-vindo de volta!
A modos que ... apenas mudam as moscas.
ResponderEliminarZé das Caldas
Uma pessoa lê isto e não acredita. Vou ler melhor para fazer as devidas comparações com a corrupção de ontem e a de hoje na mesmíssima C.G.D. Quem diria, hein?...
ResponderEliminarMaria
Vou ler os seguintes temas, só li ainda os títulos. Parecem-me bem actuais e igualmente importantes. Parabéns por trazê-los.
A corrupção de hontem liga com a de hoje pelo mesmo: dinheiro e ladroagem.
ResponderEliminarCumpts.
Podem mudar as moscas mas o mosquedo é perene.
ResponderEliminarNem tenha a menor dúvida, é que é mesmo isso. Quem mais roubar, tanto ao nível político como económico, é quem mais prestígio adquirirá junto dos seus pares. E os maiores ladrões deste infeliz país são mesmo os políticos e muitos dos que deles dependem e com os mesmos conluiados, nos vários sectores administrativos públicos e até privados.
ResponderEliminarMaria
Caro Bic,
ResponderEliminarComo sempre muito bom. Como Diria o grande Lampedusa "É preciso que as coisas mudem para que fique tudo na mesma." Claro que enquanto uns roubam muitos há que sofrem, atente-se na notícia sobre a criança deita---gatos (um dos muitos que enxameavam Lisboa).
Pois sim...
ResponderEliminarJá tinha lido essa notícia. Precisei de aprender o que eram «deita-gatos» e fui ver:
Da Grande Enciclopédia Portuguesa e Brasileira, cá fica o argumento da minha ignorância.
Cumpts.
Caro Bic,
ResponderEliminarEu já sabia mas só porque há uns anos num restaurante no Alentejo tinham desses pratos assim arranjados nas paredes e eu, na minha ignorância, perguntei que "agrafos" eram aqueles. Lá veio a explicação do deita-gatos. A notícia chamou-me a atenção porque fazia referência à actividade, a criança era o deita-gatos.
Quem é de idade mais recente, não recorda estas antigas profissões, que lançavam os seus pregões pelas ruas da cidade, na ânsia de arranjarem algum trabalhinho.
ResponderEliminarCumpts. :)