É verdade! A TAP acantonou-se no aeroporto e os C.T.T. deram em empregar carteiros andrajosos que não atinam com a distribuição de cartas: não há semana que não haja cartas enganadas no prédio. E ainda me pedem que lá deposite dinheiro. Cumpts.
A Tabacaria-Papelaria que se vê no prédio de gaveto já lá estava no prédio anterior que foi demolido em 1963/1965, mas por falta de acordo com o senhorio antigo nunca saiu de lá, mesmo quando se efectuava a demolição. O prédio novo (este) construi-se à volta e por cima da Tabacaria. Recordo-me por morar, mais abaixo, na Rua da Sociedade Farmacêutica.
Agradeço-lhe a ligação para o seu "pos"t sobre aquela zona de Lisboa, que hoje todos chamam de Olaias (em miúda ainda me lembro de ver os autocarros a dizer Picheleira). Nasci em Lisboa e sempre aqui morei mas na verdade pouco sei sobre a minha cidade. Aprecio imenso as lições que dá sobre esta matéria uma vez que aprendo sempre muito. Dou-lhe razão quanto às peneiras: os nomes mudam porque outros há que soam melhor. Imagina hoje alguém a dizer que mora na Quinta da Porciúncula, no Bairro dos Ladrões ou no Bairro das Minhocas? São modas... Mas para saber quem somos é sempre bom saber de onde viemos.
"Carreira mais ... sexy", até porque lembro que o dito autocarro, passa pela mui conhecida boite "Elefante Branco" nesta rua, logo a seguir ao edifício de esquina do "Clube das Donas de Casa" a subir em direcção ao Campo de Santana.
Obrigado! Há topónimos que não inspiram senão desdém. Normalmente aparecem a substituir topinímia tão singela como natural. Mas lembro-me dum caso em que a coisa foi das barracas ao chic a valer e o nome permaneceu: Alto dos Moinhos. Em todo o caso o fenómeno conforma-se a perda de memória. Cumpts.
Em miúda ouvia isso como anedota, depois passou a Olaias e perdeu-se a piada. Gosto tanto do carocha a cruzar-se com o Fiat (500, 600?).
ResponderEliminarO Fiat é 600.
ResponderEliminarNa esquina onde está estacionado o Peugeot 404 era a TAP. Posteriormente foi a Direcção dos Serviços Radioeléctricos dos CTT.
Passou Olaias e perdeu-se a piada...
ResponderEliminarCumpts.
É verdade! A TAP acantonou-se no aeroporto e os C.T.T. deram em empregar carteiros andrajosos que não atinam com a distribuição de cartas: não há semana que não haja cartas enganadas no prédio. E ainda me pedem que lá deposite dinheiro.
ResponderEliminarCumpts.
Fiat 600 e VW carocha com cabeça de giz e engraxador em fundo.
ResponderEliminarCumpts.
A Tabacaria-Papelaria que se vê no prédio de gaveto já lá estava no prédio anterior que foi demolido em 1963/1965, mas por falta de acordo com o senhorio antigo nunca saiu de lá, mesmo quando se efectuava a demolição. O prédio novo (este) construi-se à volta
ResponderEliminare por cima da Tabacaria. Recordo-me por morar, mais abaixo, na Rua da Sociedade Farmacêutica.
Caro Bic,
ResponderEliminarAgradeço-lhe a ligação para o seu "pos"t sobre aquela zona de Lisboa, que hoje todos chamam de Olaias (em miúda ainda me lembro de ver os autocarros a dizer Picheleira). Nasci em Lisboa e sempre aqui morei mas na verdade pouco sei sobre a minha cidade. Aprecio imenso as lições que dá sobre esta matéria uma vez que aprendo sempre muito. Dou-lhe razão quanto às peneiras: os nomes mudam porque outros há que soam melhor. Imagina hoje alguém a dizer que mora na Quinta da Porciúncula, no Bairro dos Ladrões ou no Bairro das Minhocas? São modas... Mas para saber quem somos é sempre bom saber de onde viemos.
Bom fim-de-semana
Caro Bic,
ResponderEliminar"Carreira mais ... sexy", até porque lembro que o dito autocarro, passa pela mui conhecida boite "Elefante Branco" nesta rua, logo a seguir ao edifício de esquina do "Clube das Donas de Casa" a subir em direcção ao Campo de Santana.
Tudo em caminho ....
Cumprimentos
José Leite
Muito curioso.
ResponderEliminarObrigado!
E não fica por aqui: o 11A não ia à Buraca, quedando-se pelo Rego (Hosp. de Curry Cabral).
ResponderEliminarCumpts.
Obrigado!
ResponderEliminarHá topónimos que não inspiram senão desdém. Normalmente aparecem a substituir topinímia tão singela como natural.
Mas lembro-me dum caso em que a coisa foi das barracas ao chic a valer e o nome permaneceu: Alto dos Moinhos.
Em todo o caso o fenómeno conforma-se a perda de memória.
Cumpts.
Sr. Valdemar Silva por acaso recorda-se de alguém que more e conheça e que tenha conhecimento de algum proprietário mais antigo. Bem haja
ResponderEliminarMaria