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domingo, 8 de janeiro de 2017

Reflexão da Rua Direita de Goa...

 O brâmane que se fez mandarete do portugalinho e ilhas teve ontem (ou já quando foi) as maiores honras na Índia. Tudo porque é o primeiro da raça de lá a presidir o governo num país de cá, da Europa. Os índios incharam com o feito e receberam-no até com upgrade, dando-lhe honras de chefe de Estado. Nada disto é racismo. Racismo seria um homem branco governar a Índia. Ou Goa, que fosse!...


Rua Direita de Goa, in Jan Huygen Van Lindschoten, Itinerario: Voyage ofte Schipvaert van Jan Huyghen van Linschoten naer Oost ofte Portugaels Indien, 1579-1592 (=Descrição da viagem do navegante Jan Huyghen van Linschoten às Índias Orientais portuguesas), Amsterdam, 1596.


Rua Direita de Goa, in Jan Huygen Van Lindschoten, Itinerario: Voyage ofte Schipvaert van Jan Huyghen van Linschoten naer Oost ofte Portugaels Indien, 1579-1592 (=Descrição da viagem do navegante Jan Huygen van Linschoten às Índias Orientais portuguesas), Amsterdam, 1596.


Imagem em Índia Portuguesa.


 

9 comentários:

  1. marcos pinho de escobar9/1/17 11:12

    Racismo e, para mais, ameaça à paz mundial!
    Abraço amigo!

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  2. Já para não falar do perigo ambiental.
    Raça danada, a dos brancos (salvos os gays).
    Cumpts.

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  3. Perdoe Vexa, mas não foi um indiano. Foi um mestiço. Um monhé.
    O primeiro-ministro de Portugal com ascendência indiana foi Marcelo CAETANO.

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  4. Mandarinia11/1/17 18:01

    Bem observado. Por cá vai-se batendo palmas, dando vistos e construindo templos...

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  5. E o brâmane por lá a matar saudades enquanto agencia a venda do rectângulo a retalho.
    É bonito, sim senhora!

    Ano bom!

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  6. Para mim, o dito cujo sendo natural de Goa é CANECO.
    Manel.

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  7. E então? Abalou de novo para férias? Se não foi o caso, parece:)
    Maria

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