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sexta-feira, 27 de janeiro de 2017

Lisboa com bom horizonte

B083779.jpg
Saldanha e Av. da República tirados do prédio do anjo, Lisboa, c. 1950.
Amadeu Ferrari, in archivo photographico da C.M.L.

6 comentários:

  1. Caravelle28/1/17 13:57

    Bom dia.

    Que tal uma publicação a dar conta das novas alterações ao aborto ortográfico?

    Cumprimentos

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  2. Nenhum aborto é passível de alteração. Deita-se para o lixo e é tudo.
    O que se propõe aí, nomeadamente a Academia das Sciencias, é a ortografia brasileira, com as consoantes dos brasileiros. Ah e mais o "c" de facto, por não sei que descargo de consciência.
    Cumpts.

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  3. Joe Bernard29/1/17 18:50

    Nem mais!
    Lixo.

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  4. Praça linda de morrer. Mais bonita e perfeita esta dos anos cinquenta do que talvez a dos anos sessenta, após sofrer alterações nos pisos, nos passeios, no espaço central e nos arruamentos. A beleza dos passeios e o traçado da Avenida, além do pormenor desenhado no próprio espaço central (creio que em relva) e a harmonia de tudo o que se vê nestas duas fotos e fazendo uma comparação com a porcaria que esta Câmara tem feito em toda a Lisboa, até nos faz chorar de raiva.
    Maria

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  5. Anónimo1/2/17 03:14

    Esqueci-me de mencionar os edifícios e as moradias, que pelos anos sessenta ainda eram as originais, uma autêntica jóia no que à arquitectura dizia respeito. Esta Avenida era linda em todos os aspectos. É curioso ver-se que estavam nesta altura a começar a construir o separador da Avenida. Tal ter-se-á devido naturalmente ao aumento do tráfego rodoviário. Hoje esta Avbenida está cada vez pior. A democracia, além de ter introduzido no País tudo o que há mais horrendo política e socialmente, ainda começou a destruir - e continua - as nossas mais belas Avenidas, Ruas, Praças e Largos de Lisboa. Criminosos sem perdão.
    Maria

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  6. Sim, tinha mais harmonia antes. O progresso trouxe o aumento de tráfego e as obras de «modernização» desfearam tudo, a parolice as demolições, e as negociatas o plastificado em estilo «vida saudável».
    Nada a fazer.
    Cumpts.

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