Quando se despenhou nos Alpes aquele avião que se despenhou nos Alpes correu célere nas notícias a certeza de que não fôra terrorismo. E não foi; foi «sòmente» o piloto que deu em maluco.
Quando um fulano aos gritos de Alá é grande feriu quatro (um morreu) numa estação perto de Munique a emissora nacional disse simplesmente que o autor do atentado fôra um «jovem alemão». Não sei se o chegaram a dar por doido...
Hoje soube que mataram mais gente numa mesquita no Quebeque (ele há cada uma!...). Pode parecer que continua o mundo doido, mas agora não ouvi nas notícias de maluco nenhum; a emissora nacional informou sem hesitar que foi terrorismo contra muçulmanos (Andreia Martins, «Mesquita no Quebeque alvo de atentado terrorista», R.T.P., 30/1/2017).
Não me lembro de menção a terrorismo contra cristãos no caso daquele padre degolado na própria igreja, em França; consta dessa vez que foram «sequestradores»...
(As Portas de Viena são nas ditas.)
Adenda: diz que o um dos terroristas no Quebeque se chama Mafamede. Pode-se riscar terrorista.
Adenda 2 e correcção: diz afinal que o Mafamede não é terrorista; é testemunha.
Tudo filhos e filhas de uma mãe querida... como diria um tio meu que nunca dizia palavrões.
ResponderEliminarCaro BIC,
ResponderEliminarDois pesos, duas medidas. E tudo isto se vai tornando normal. Eu nem me atrevo a dizer em público o que acho de tudo isto. As pessoas já nem notam esta tirania da linguagem, do politicamente correcto (parece que agora os ingleses querem alterar a expressão "mulheres grávidas" para "pessoas grávidas" por causa dos transgéneros e etc.). Parece que estou num universo paralelo.
Não tenho palavrões que definam a cambada jornalística.
ResponderEliminarÉ que não tenho mesmo!!!
Os que conheço, são muito fracos para definir esse estrume!
Pois. É como com as pessoas humanas. Ou a chanfana de cabra velha. Precioso!
ResponderEliminarCumpts.
Como já sabemos, mesmo com palavrões fica curto...
ResponderEliminarCumpts.