No telejornal pejota (*) da Sociedade Industrial de Concentrados (S.I.C.), à 1h00 e pouco da tarde, puseram o entendido do Rogeiro em considerandos e prolegómenos sobre o caso do dia. Mal se ele descaiu com a captura de um capitão cubano na Guiné Portuguesa em 73 (i.é, em 69), que afectou ou não, não percebi, as boas relações que Fidel mantinha com os governos de Salazar e Marcello Caetano... Pois mal se ele sai com esta, foi imediatamente atalhado pela locutora:
— Sabemos que Fidel era uma figura controversa.
Controverso (mais qualidade que defeito nestes dias de revolução em banho-maria me(r)diático) é o pior defeito que se ouvirá do defunto Fidel.
E pouco mais disse o entendido do Rogeiro, como é natural.
Entretanto foi o McDonald Trump quem disse tudo quanto havia realmente a dizer sobre a morte do Fidel. O ponto de exclamação é o único exagero, um ponto final chegava, mas serve a todos.
É tudo.
(*) Sigla P.J. (Primeiro Jornal) enunciada por extenso, à laia de como faz a melhor locução radiotelevisiva com a homógrafa P.J., Polícia Judiciária.
Trump não teve papas na língua.
ResponderEliminarÉ assim mesmo.
Pois por cá da família política, a única pessoa que falou sobre o Fidel, falando a verdade e não pondo paninhos quentes foi... tchan tchan tchan... Catarina Martins!!!
E esta, hem?
Não ouvi. Que disse?
ResponderEliminarCumpts.
Castro já foi tarde. E agora o que irão os cubanos fazer?
ResponderEliminarÉ lá com eles. Por mim até podem tornar a pilhar Angola.
ResponderEliminarCumpts.