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sábado, 26 de novembro de 2016

E corta!

 No telejornal pejota (*) da Sociedade Industrial de Concentrados (S.I.C.), à 1h00 e pouco da tarde, puseram o entendido do Rogeiro em considerandos e prolegómenos sobre o caso do dia. Mal se ele descaiu com a captura de um capitão cubano na Guiné Portuguesa em 73 (i.é, em 69), que afectou ou não, não percebi, as boas relações que Fidel mantinha com os governos de Salazar e Marcello Caetano... Pois mal se ele sai com esta, foi imediatamente atalhado pela locutora:


 — Sabemos que Fidel era uma figura controversa.


 Controverso (mais qualidade que defeito nestes dias de revolução em banho-maria me(r)diático) é o pior defeito que se ouvirá do defunto Fidel.


 E pouco mais disse o entendido do Rogeiro, como é natural.


 Entretanto foi o McDonald Trump quem disse tudo quanto havia realmente a dizer sobre a morte do Fidel. O ponto de exclamação é o único exagero, um ponto final chegava, mas serve a todos.


 É tudo.


Capturar.JPG


 




(*) Sigla P.J. (Primeiro Jornal) enunciada por extenso, à laia de como faz a melhor locução radiotelevisiva com a homógrafa P.J., Polícia Judiciária.

4 comentários:

  1. Joe Bernard27/11/16 18:13

    Trump não teve papas na língua.
    É assim mesmo.
    Pois por cá da família política, a única pessoa que falou sobre o Fidel, falando a verdade e não pondo paninhos quentes foi... tchan tchan tchan... Catarina Martins!!!
    E esta, hem?

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  2. Não ouvi. Que disse?
    Cumpts.

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  3. Castro já foi tarde. E agora o que irão os cubanos fazer?

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  4. É lá com eles. Por mim até podem tornar a pilhar Angola.
    Cumpts.

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