Naquela história da moirama escapando por entre os dedos do gentio na Portela do Humberto Delgado, a fotografia que lá pus a ilustrar é boa, mas não foi a primeira escolha. Esta aqui, sim. Lembrei-me dela, mas não tive tempo de a achar ao compor o verbete. Como vêdes, é muito mais ilustrativa, pois, observando-a com entendimento e ponderação, aquela cêrca baixa era muito mais segura do que todas as polícias e parapolícias que lhe juntas montam guarda hoje.
Duvidais?
Aeroporto da Portela, Lisboa, c. 1943.
Horácio de Novais, in Bibliotheca d' Arte da F.C.G.
É evidente que à data dessa foto eu não me posso lembrar, mas lembro-me do início dos anos 50, em que o meu pai me levava a ver os aviões, e em que havia um vedação de talvez 1 metro de altura, entre o passeio e a pista.
ResponderEliminarQue belos tempos...
Estaria igual ao que vemos aqui, presumo. Eram, realmente melhores tempos, acredito.
ResponderEliminarCumpts.
Faz-nos pensar no que de facto é a liberdade. Hoje em liberdade vive-se no medo de sermos assaltados, do terrorismo, cercados de alarmes, de empresas de segurança, de portas fechadas e nem as crianças brincam fora de casa. Somos livres. Já agora somos livres de fazer o quê?
ResponderEliminarEstimado Bic Laranja,
ResponderEliminarAtente neste blog com as mesmas e mais imagens do aeroporto de Lisboa e muito mais:
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/search/label/Aeroporto%20de%20Lisboa
Abraço
Pior hoje que antes da Maria Fonte; a liberdade passou de mito a conto de fadas. Bem-vindos ao mundo Disney!
ResponderEliminarCumpts.
Conheço. Um blogo com labor notável do confrade José Leite.
ResponderEliminarA seugestão é pertinente. Ponho a remissão directa:
http://restosdecoleccao.blogspot.pt/search/label/Aeroporto%20de%20Lisboa
Obrigado!