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sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Não bastava ouvi-lo?

Napoleão. Busto de mármore (Lourenço Colombo, séc. XIX, in Christies)  Depois de cismar com alguém dizer não ter dinheiro nem contas em nome de amigos, o Sócrates convenceu-se agora de que também era consigo a ida do presidente da República ao D.C.I.A.P.. — como no D.C.I.A.P. se só tratasse de Sócrates; ou como o haver ali outro protagonista dos holofotes fosse só para o amesquinhar também...
  Não são, de há muito, a megalomania e o egocentrismo daquele um notório caso de perturbação? E de há muito que basta ouvi-lo.


 


Napoleão. Busto de mármore.
Lourenço Colombo, séc. XIX, in Christies.

6 comentários:

  1. Sem dúvida. Tratar-se-á talvez de um psicopata. Não me admirava nada que os partidos estivessem carregadinhos deles.

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  2. Pois não-de estar. Psicopatas, psicopataratas, psicofantas e todo um democrático escol de esquizofrenias. Além de reles ladrões.
    Cumpts.

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  3. Inspector Jaap21/9/16 14:01

    A acrescentar a tudo o que está escrito acima, de salientar também a sua (do sacas, perdão, socas) psicose de tentar internar todo e qualquer mortal que com ele não concordasse; se calhar, o Dr. Medina Carreira não se terá apercebido do real perigo que correu aqui atrasado…
    Cumpts

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  4. Talvez não. O Dr. Medina Carreira é inofensivo. O animal feroz só se assanha em cheirando perigo (cheirando?!... Hum!)
    Tão primário ele é, que uma fotografia publicará com o lado menos bom o enfurece loucamente. E nem percebe que o seu lado pior é o delírio de viver como um lorde à conta dum amigo e querer-nos convencer disso.

    Cumpts.

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