Dos dois do Iraque que corre notícia de pregarem um enxerto de porrada num moço da Ponte de Sor ouvi nos seminoticiários: 1) da imunidade diplomática e o caso; 2) do Santos Silva sobre os negócios estrangeiros e o caso; 3) de juristas sobre a diplomacia e o caso; 4) da família da vítima, vitima da poderosa imunidade diplomática dos poderosos no caso e; 5) um gentio de brincos e tatuagens dizendo, instado por um pé de microfone, que só quando viu os ténis e o relógio (os adornos que marcam o prestígio na tribo?) é que reconheceu o Rubem (o moço agredido) diante de si, todo partidinho, ele que com o Rubem «andamos todos os dias, ele vai a minha casa eu vou a casa dele, somos como irmãos»...
Em tudo quanto ouvi nas seminotícias, não ouvi notícia do motivo de o Rubem ter apanhado daquela maneira. Quase me convenço que foi por nada. Mais agora que o dos afectos telefonou para Santa Maria a inteirar-se do inocente moço.
Imagem via Guglo.
Os nossos jornaleiros de serviço, são useiros e vezeiros neste tipo de coisa: o que interessa é ocidental e não o essencial; A tragédia, o drama e o horror são os campeões de serviço nestas coisas; quanto às causas, bem, isso dá muito trabalho!
ResponderEliminarQuanto a dignidade de um país que já foi grande e digno, estamos conversados; o dos afectos telefonou para Santa Maria e o anterior ou dos desafectos engoliu em seco quando foi insultado publicamente numa recepção diplomática na Hungria aqui atrasado.
Diplom(azias)?
É bom estar de volta!
Cumprimentos!
Se o outro era qualquer coisa que nem sei dizer o nome, este congrega todas as espécies de bobo que vicejaram desde a Idade Média, qual o espirituoso de Camillo.
ResponderEliminarCumpts.
esta é verdade ainda não se soube o motivo
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