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domingo, 20 de março de 2016

Real parvoíce

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Os guardiães da nossa aculturação chamam agora Elizabete II à rainha de Inglaterra. Bando de incompetentes! A rainha de Inglaterra é Elizabeth. E é II porque I era a mãe.

(Jornal das 8, T.V.I, dia de S. José de 2016)

18 comentários:

  1. Marcos Pinho de Escobar20/3/16 18:22

    O mais apropriado seria um bem brasileiro "Elisabetchi"... Mas para tal a têvêí deve
    regredir um bocadinho mais.
    Abraço amigo

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  2. É II porque a I era filha do Henrique VIII e de Ana Bolena

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  3. Caro Bic Laranja
    A Tvi é exímia a aplicar a michórdia horto graphica ou então gosta de inventar palavras. Que raio significará "familar"? Será étimo de faminto? Faminto no lar? Real burrice...
    Boas pedaladas.

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  4. O lado familar são os príncipes Philip , Charles (que tinha um rede de sapatarias, mas faliu), os duques de Cambridge, William e Kate , a Charlotte &c.
    Chic a valer!

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  5. Ninguém nega que vai no bom caminho. Lá chegará.
    Cumpts.

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  6. Ah! Isabel II. Mas a I não era mãe dela
    eheheheh

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  7. Henrique, Ana, Isabel... Nomes tão estranhos!...
    Cumpts :)

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  8. eheheh

    Estranhíssimos que nem reparei na tradução

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  9. Concordo em absoluto com a sua opinião no que se refere à não tradução para português dos nomes/substantivos próprios e dos substantivos comuns e vocábulos, todos d'origem estrangeira, salvo as excepções que confirmam a regra e estas são pouquíssimas. Em português há tradução para todas as línguas estrangeiras e respectivos vocabulários.

    Concordo ainda com as poucas objecções interpostas pelo comentador José Lima que neste particular terão alguma razão de ser.
    (desculpem, o comentário fugiu-me a meio...)

    Retomando.
    Isto para dizer que, quanto ao Estado Novo, de facto devíamos ter sido todos analfabetos e os linguístas e professores que dela se ocuparam não souberam traduzir para português os nomes próprios estrangeiros e outros estrangeirismos usados e abusados por esta geração que é supostamente "a mais bem preparada de sempre" e no entanto ela sai das Universidades sem saber desenvolver uma conversação razoàvelmente estruturada nem escrever correctamente a nossa língua e, vergonha das vergonhas, utilizando um vocabulário reduzido ao máximo e nas mais das vezes sem qualquer nexo. Que faria se esta não fosse 'a geração mais preparada de sempre'?!...

    Mas não é só esta geração que é analfabeta funcional, as duas anteriores que deveriam ser bem melhor instruídas, afinam pelo mesmo diapasão. Lá está, estas já (des)aprenderam o português pelo método infalível do eduquês ensinado pelos brilhantes professores democratas.

    Devo confessar, purista que sou da língua e perfeccionista na sua aplicação (foi assim que fui ensinada) que não me recordo de no regime anterior - e já era então crescidinha o suficiente para me lembrar destas discrepâncias linguísticas e fazer comparações - haver os múltiplos erros sintácticos que hoje se praticam nem sequer pelos menos instruídos nem um trato tão degradante do português. Trato inadmissível que hoje permanece e floresce com o incentivo dos libertadores do povo coadjuvados por paus-mandados produto da excelsa democracia por aqueles génios parida. Em poucas palavras, este regime, com os seus arautos munidos de uma agenda diabólica, não só produziu uma catástrofe de dimensões bíblicas com a destruição do nosso País e o assassínio de milhões de inocentes, mas também
    a perda da nossa Soberania e Independência. E se já não fôra pouco, o imperdoável abastardamento da nossa lindíssima língua.

    No anterior regime os nomes das cidades estrangeiras bem como os nomes das pessoas (estes, substantivos próprios, já assinalados pelo dono desta Casa), substantivos comuns e adjectivos, interjeições, etc., quando tal o permitia, eram automàticamente adaptados ao português. Por ex.: Genebra, Bona, Copenhaga, Amesterdão, Nova Iorque, Nova Orleães, Nova Gales do Sul, Helsínquia, Baviera, Papua Nova-Guiné, Gronelândia, etc.

    Tal como aqui já foi referenciado e bem, os nomes das cidades, como os dos países e nomes próprios, devem ser aportuguesados por uma questão de lógica e sobretudo de conservação da língua na sua essência. Todos os países evoluídos o fizeram e fazem (repare-se no que acontece em Espanha, eles traduzem para castelhano tudo e mais alguma coisa e às vezes até exageram: 'jeans'=vaqueros, Big Brother=Grande Hermano, quanto ao nosso Porto chamam-lhe Oporto, etc.), se Portugal não adopta estas regras básicas e dpo bom senso, tal deve-se aos (ir)responsáveis do Ministério da Educação, que a mando dos democratas que tomaram d'assalto o País e se julgam donos de tudo o que lhe diga respeito, através da elaboração de programas escolares erróneos e desrespeitando propositadamente a etimologia da língua, intentam que esta seja subvertida ao máximo tanto na fala como na escrita. E para quê? Ora, para que o derradeiro ponto da agenda seja completado e o mal finalmente atingido. A mesma destruição de hábitos culturais, tradições e costumes já havia sido paulatinamente levada a efeito nas demais democracias, com talvez a excepção do Reino Unido, a nossa foi a última e não podia ser a excepção.

    É contra este intolerável

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  10. Dois bons descendentes de D. Afonso Henriques.
    Também não sabe quem é?

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  11. Vossemecê é um espirituoso, o que não tem é noção...
    Cumpts.

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  12. Luís Bonifácio23/3/16 17:35

    Apesar de a mãe da "Beta" segunda, também ser "beta", mas a Beta primeira era a filha do Henrique e da Bolena!

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  13. E pode lá haver Betas e Henriques na realeza?!
    E Bolenas?!!! Isso nem por cognome em gente de tão magna condição e linhagem.
    Ora não queriam lá ver!...

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  14. Quanto venha do estrangeiro tem selo de qualidade. Se for português envergonha. Se for nacional é fâchismo.
    Por isso temos já universidades em semi-amaricano:

    Adeus!

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  15. "Faltam-lhe 15 anos de universidade", disse um inglês, referindo-se a um outro. E perante o espanto de com quem falava, adiantou: 5 anos a ele, 5 ao pai dele e 5 ao avô.

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  16. Comentário 5*****
    Maria

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