Lisboa. O aeroporto. Aterragens da B.E.A. e da T.A.P. Desembarque e encaminhamento de passageiros — assistente de terra em uniforme de Louis Féraud vermelho; o equipamento de terra da T.A.P. ...
O terreiro do Paço com indicação de destinos: Campismo, Castelo de S. Jorge, Estoril.
Tráfego automóvel no Cais do Sodré: autocarros — um Daimler Fleetline na pintura original da Carris; um A.E.C. Regent V com pintura verde mais moderna —, táxis Mercedes Ponton.
Gente que passa, gente que olha, gente que atravessa, gente que circula. Um polícia.
A Rua do Alecrim. Um eléctrico que se esforça.
O comboio do Estoril.
Cacilheiros: o Nacional e o Recordação.
O Tejo. Um paquete estrangeiro como os nossos… eram.
O Tejo e a ponte — travessias: o desembarque dum ferry no Cais do Sodré; um volvo de volante à direita com roulotte — outra vez campismo...
E a ponte.
O Cristo-Rei.
Sesimbra.
Sesimbra nos prolegómenos dum futuro de cimento... Botes emparelhando as cores duma bandeira dum país... dalgo que...
Pescadores que vão...
O filme foi transmitido na Thames Television em Março de 1974. As imagens tão estivais hão-de ser da colheita de 1973. Percebe-se.
Magnifica lembrança do meu país que foi...mas desistiu de ser.
ResponderEliminarObrigadissimo Caro Amigo!
Gostei de ver o Trident a aterrar, bem como a assistente de terra com a farda dos chapéus de pom-pom... A bordo era uma maravilha, quando se esticavam para por um casaco na bagageira... espectáculo!!!
ResponderEliminarA musiquinha é que é chata...
Era mesmo uma estética muito mais bonita.
ResponderEliminarEstupidamente algumas dessas coisas acabaram por peneiras próprias.
Por exemplo, os taxistas que não queriam passar por taxistas e acharam o máximo pintar os carros à colonialista.
De que cor é pintar um táxi à colonialista.
ResponderEliminarEu não sei e não faço a ideia.
Caro BIC,
ResponderEliminarMuito obrigada por proporcionar o visionamento desta pequena maravilha. Gostei tanto de ver. Como nasci em 1972 já só tenho lembranças muito vagas desta época e muito apreciei ver o Terreiro do Paço sem carros estacionados junto à estátua, coisa que persistiu durante anos e que era horrível.
Muitos banhos de mar tomei na praia da Califórnia cheia de barquinhos de pescadores (ainda não havia porto de abrigo). Já lá estava o mamarracho onde funciona o tribunal, mas de facto eram ainda, como acertadamente afirma, os prolegómenos.
Bem haja.
Carros cremes como os que traziam.
ResponderEliminarSe não sabe, azar o seu- eu lembro-me.
A que título tiveram de mudar as cores? por complexo de poderem parecer taxistas?
Eram as cores dos taxis ingleses porque foram os ingleses que introduziram cá, tal como correios e muitas outras companhias.
E dizem que Portugal era um país a preto e branco, logo numa altura em que se verificava um pujante crescimento económico.
ResponderEliminarAquele AEC Regent V da Carris, todo verde é que devia ser bem quente no Verão...
Pois desistiu...
ResponderEliminarObrigado eu, do apreço.
Cumpts.
Mudámos a cor dos táxis para sermos... isto.
ResponderEliminarCumpts.
Portugal desistiu de ser... em tudo.
ResponderEliminar:(
Cumpts.
ResponderEliminarAbraço.
Folgo que haja agradado.
ResponderEliminarObrigado eu!
Ná! Era tudo cinzento. Anos de chumbo.
ResponderEliminarO Regent V tinha ar condicionado, primitivo. A democracia ao depois melhorou... Até passou a haver pronto-a-vestir.
Cumpts.
Aleluia!
ResponderEliminarhttp://www.cmjornal.xl.pt/domingo/detalhe/taxis-de-regresso-ao-verde-e-preto.html
A notícia é de 2003, mas são cada vez mais. Os amarelos são os mais envelhecidos.
ResponderEliminarCumpts.
Pois é. Nem tinha reparado.
ResponderEliminarBelíssimo vídeo e, permito-me destacar, o excelente trabalho de iluminação pois, como todos sabemos, vivia-se a longa noite e deve ter dado uma trabalheira este video :-) :-)
ResponderEliminarAhaha! Bem visto.
ResponderEliminarCumpts.