Os do partido dos animais, noutro tempo, haviam de por devoção e fé professar num convento de franciscanos. O espirituoso amor à bicharada ascèticamente enquadrado no claustro dar-lhes-ia decerto o céu...
No Campo Grande, no passadiço de ante a universidade que diplomou o Relvas com a distinção que a imprensa aclamou, pende uma faixa: PAN, PESSOAS – ANIMAIS – NATUREZA. Parece-me um lema excessivo porque, como o bodejar panteísta do Pan testemunha e a teoria dos conjuntos corrobora, bastava dizerem a natureza, que lògicamente contém os animais, e estes contêm, por sua vez, a multidão de primatas que por convenção muitos designam pessoas, quando não mesmo pessoas humanas. A menos que o lema indique o percurso naturista pessoas > animais > natureza, três passinhos na re-volução da cultura à natura.
Mais um partido progressista propondo o paraíso, este Pan.
Está tudo doido!
ResponderEliminarNão está tudo doido, perdoe-me o conntrariar.
ResponderEliminarO povo, o povoléu, é que se está "nas tintas" para os pan porque já viu, há anos (atrás) o peter pan. Um dos melhores filmes da minha vida.
Os pan-pan, já está... comem carne e peixe mortos intencional e mecanicamente para os seus ventres.
Sugiro — um bom nome japonês — que se f
Imbecilizados.
ResponderEliminarCumpts.
Ocorria-me algo mas não devo dizê-lo.
ResponderEliminarCumpts.