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terça-feira, 26 de maio de 2015

Quando os burros zurram

 Faz amanhã anos que morreu. No canal da memória oficial anunciavam um programa sôbre o 'Quilino referindo-se-lhe como «um activista fervoroso da República». Ora! Quem aprendeu um nadinha da história da implantação da República em Portugal percebe logo que «activista fervoroso da República» é eufemismo de bombista. Ao 'Quilino bem pode servir a graça da Providência por ter vindo ainda a ser lobo uivante na literatura. Os das efemérides louvaminheiras enfardadas com sofismas eufemísticos é que não passam de burros que zurram. Só enganam os seus pares.


Aquilino, por Bual


O 'Quilino visto por Bual é do vento que passa.

7 comentários:

  1. Ainda bem que os lobos não zurram.
    O quilino foi um assassino potencial: estava uma dezena de metros adiante para matar o Rei.
    Fugiu para Paris (porque será sempre Paris a cidade para aonde fogem os pulhas?). Esteve por lá uns dois anos até à revolucinha.

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  2. Foi ainda um devotado hitleriano...

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  3. Marcos Pinho de Escobar27/5/15 16:43

    O Quilino aí parece o Frankenstein...Assusta!
    Abraço amigo.

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  4. Pois foi. Paris?... É de ser cidade modesta.
    Cumpts.

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