As avós diziam criadas; a minha mãe mais não dizia que empregada; a Sr.ª D.ª Maria Luísa, ratificando a modernidade, chamou-lhe colaboradora. Mas o pós-moderno é muito mais democrático.
O pós-moderno é tão mais democrático que brevemente elas serão apelidadas de «Técnicas de limpeza doméstica», ou coisa que o valha! É este admirável mundo novo, é o que lhe digo. Cumpts
Pelo contrário, hoje em dia é que rareiam os empregados domésticos. Dantes havia mordomos e se estes não eram ainda assim comuns, o mesmo não se passava com criados de mesa que, às vezes, se amordomavam ajudantes deles e moços de recados.
Técnico/as de limpeza/o doméstica/o. Com barrinha/os a separar os machos/as das fêmeas/os, e não os consagrados parêntesis, por neo-beata devoção... delirant-ò-inclusiva
O pós-moderno é tão mais democrático que brevemente elas serão apelidadas de «Técnicas de limpeza doméstica», ou coisa que o valha!
ResponderEliminarÉ este admirável mundo novo, é o que lhe digo.
Cumpts
Salva-se a (re)adopção do Português pela tal Conferência.
ResponderEliminarCumpts
Pelo contrário, hoje em dia é que rareiam os empregados domésticos. Dantes havia mordomos e se estes não eram ainda assim comuns, o mesmo não se passava com criados de mesa que, às vezes, se amordomavam ajudantes deles e moços de recados.
ResponderEliminarNão sei.
ResponderEliminarUma espécie de criadas de fora, quere ver?
ResponderEliminar:)
Cumpts.
Técnico/as de limpeza/o doméstica/o. Com barrinha/os a separar os machos/as das fêmeas/os, e não os consagrados parêntesis, por neo-beata devoção... delirant-ò-inclusiva
ResponderEliminar.../o
Atente na palavra imediatamente após o seu sublinhado a amarelo!
ResponderEliminarCumpts
Firefox contra o caco gráfico.
ResponderEliminarCumpts ;)